<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>CUBO3 &#187; Quadrinhos</title>
	<atom:link href="http://cubo3.com.br/category/quadrinhos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://cubo3.com.br</link>
	<description>Cultura para quebrar a cabeça</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 17:41:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Sábado dos meus amores, de Quintanilha</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/02/04/sabado-dos-meus-amores-de-quintanilha/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/02/04/sabado-dos-meus-amores-de-quintanilha/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 17:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia Nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Conrad Editora]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eisner Award]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Marcello Quintanilha]]></category>
		<category><![CDATA[Preview]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11104</guid>
		<description><![CDATA[De alguns anos para cá, os quadrinhos brasileiros vem ganhando cada vez mais espaço com a produção e o lançamento de álbuns de qualidade inquestionável. Para se ter uma ideia, Daytripper, a graphic novel de Fábio Moon e Gabriel Bá, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-11109" title="sabado dos meus amores_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/sabado-dos-meus-amores_capa.jpg" alt="" width="190" height="245" />De alguns anos para cá, os quadrinhos brasileiros vem ganhando cada vez mais espaço com a produção e o lançamento de álbuns de qualidade inquestionável. Para se ter uma ideia, <a href="http://cubo3.com.br/2011/10/21/a-daytripper-de-fabio-moon-e-gabriel-ba/"><em>Daytripper</em></a>, a <em>graphic novel</em> de Fábio Moon e Gabriel Bá, publicada no Brasil pela Panini, ganhou o <em>Eisner</em> em 2011 como melhor minissérie; o álbum <em>Morro da Favela</em>, de André Diniz, lançado em 2011 pela Leya Brasil, chegará ao mercado da Inglaterra e da França; e na 39ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême, que aconteceu recentemente, cinco trabalhos nacionais concorriam ao prêmio, que consagrou o francês Jean-Claude Denis.</p>
<p>Embora lançado em 2009, outro álbum também tem chamado bastante atenção por trazer à tona o cotidiano brasileiro de uma forma bastante poética e humana: <em>Sábado dos meus amores</em>, de Marcello Quintanilha, que foi publicado pela Conrad Editora num belo encadernado.</p>
<p>A HQ traz seis histórias, que se misturam entre crônicas e contos. A primeira, <em>Plena de Flôroi</em> é uma homenagem ao cronista Rubem Braga e sua crônica <em>A borboleta amarela</em>, escrita em 1952. Em apenas seis quadros, dispostos em uma página, Quintanilha consegue sintetizar a crônica e complementá-la com uma visão sensível. Não tem como não se emocionar.</p>
<p>As cinco histórias a seguir são um pouco mais longas, com exceção de <em>Atualidade</em>, também contada em uma página. Nesta um operário se ressente do resultado de um jogo de loteria. Os demais contos são: <em>De como Djalma Branco perdeu o amigo em dia de jogo</em>, no qual um torcedor fanático pelo Flamengo, morador na periferia do Rio de Janeiro, vive às voltas com as superstições do jogo</p>
<p>Já <em>Dorso</em> conta a história de um carregador que se autoflagela por não conseguir esquecer seu passado como trabalhador na roça; <em>Escola primária</em> remete à região nordeste do Brasil, onde uma garota se enamora de um jangadeiro; por fim, <em>A fuga de Zé Morcela</em> fala de um ajudante de circo que gosta de um jogo de carteado e um guarda-civil marcado pelo complexo de inferioridade.</p>
<p>São histórias simples, que retratam o dia a dia de pessoas simples, das quais se sobressai a humanidade de suas relações. Os finais parecem não ter desfecho, mas com uma visão mais atenta percebe-se o desenlance que o quadrinista quis dar. E os desenhos são bastante expressivos e impressionam pela força, como o último quadro do conto <em>Escola Primária</em>, que foca o rosto e o sorriso tímido da garota frente ao jangadeiro.</p>
<p>Artista autodidata por excelência, Marcello Quintanilha iniciou-se como quadrinista em 1988, desenhando histórias de terror e artes marciais. Na época, assinava sob o pseudônimo de Marcello Gaú.</p>
<p>Teve vários trabalhos publicados e prêmios conquistados no Brasil. Em 1999 a Conrad lançou seu primeiro livro, <em>Fealdade de Fabiano Gorila</em>. Em 2005 publicou seu segundo livro: <em>Salvador</em>, da coleção <em>Cidades Ilustradas</em>, da Casa 21.</p>
<p>Hoje Marcello reside em Barcelona, na Espanha, onde faz a série de quadrinhos <em>Sept Balles Pour Oxford </em>, da editora belga Editions du Lombard, junto com os roteiristas Jorge Zentner e Montecarlo. E colabora, também, para os jornais <em>La Vanguardia </em>e <em>El País, </em>como ilustrador<em>.</em></p>
<p>Vale a pena conferir seus trabalhos.</p>
<p>Veja um preview de <em>Sábado de meus amores</em>.<br />
<iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/80483301/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-1ecc1efa2iz11lsjlw39" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.714953271028037" scrolling="no" id="doc_81507" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe><script type="text/javascript">(function() { var scribd = document.createElement("script"); scribd.type = "text/javascript"; scribd.async = true; scribd.src = "http://www.scribd.com/javascripts/embed_code/inject.js"; var s = document.getElementsByTagName("script")[0]; s.parentNode.insertBefore(scribd, s); })();</script></p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=11104" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/02/04/sabado-dos-meus-amores-de-quintanilha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>28º Prêmio Ângelo Agostini comemora o Dia do Quadrinho Nacional</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/01/25/28o-premio-angelo-agostini-comemora-o-dia-do-quadrinho-nacional/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/01/25/28o-premio-angelo-agostini-comemora-o-dia-do-quadrinho-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 23:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[SP ao CUBO]]></category>
		<category><![CDATA[Angelo Agostini]]></category>
		<category><![CDATA[AQC-ESP]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Quadrinho Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[FIQ]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Jayme Cortez]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Ângelo Agostini]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Zalla]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=10939</guid>
		<description><![CDATA[No dia 30 de janeiro é comemorado em todo o Brasil O Dia do Quadrinho Nacional em homenagem a Ângelo Agostini, criador da primeira História em Quadrinhos brasileira, em arte sequencial e com um personagem fixo,  que começou a ser ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10943" title="angelo_poster" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/angelo_poster.jpg" alt="" width="190" height="238" />No dia 30 de janeiro é comemorado em todo o Brasil <strong>O Dia do Quadrinho Nacional</strong> em homenagem a <strong>Ângelo Agostini</strong>, criador da primeira História em Quadrinhos brasileira, em arte sequencial e com um personagem fixo,  que começou a ser publicada em 30 de janeiro de 1869 e durou mais nove capítulos sob seu traço, com o título <em>As Aventuras de Nhô Quim</em> ou “Impressões de uma Viagem à Corte”.</p>
<p>Para homenagear a data, a  AQC-ESP (Associação dos Quadrinhistas e Cartunistas do Estado de São Paulo) criou, em 1984, o Prêmio Angelo Agostini que visa homenagear e premiar os profissionais brasileiros da arte sequencial.</p>
<p>O evento está em sua <strong>28ª edição e será realizado no sábado, 04 de fevereiro, a partir das 14 horas, no Espaço Cultural Instituto Cervantes (Av. Paulista, 2439 – Consolação, próximo ao metrô Paulista) em São Paulo, aberto ao público e com entrada gratuita.</strong></p>
<p><strong>Serão onze premiados em oito categorias:</strong></p>
<p>Melhor Desenhista (Murilo DNA);<br />
Melhor Roteirista (Daniel Esteves);<br />
Melhor Cartunista (Gustavo Duarte);<br />
Melhor Lançamento (Ação Magazine – Lancaster Editorial);<br />
Melhor Lançamento Independente  (Love Hurts – Murilo Martins);<br />
Melhor Fanzine – Miséria (Coletivo Miséria);<br />
Troféu Jayme Cortez (FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos);<br />
Mestres do Quadrinho Nacional  (Bira Dantas, Fernando Gonsales, Lourenço Mutarelli e Moacir Torres) escolhidos por meio da votação realizada entre profissionais da área, estudiosos, amadores e aficionados pelos quadrinhos nacionais.</p>
<p>Entre as atrações, está o <strong>lançamento do documentário “Ao Mestre com Carinho”</strong> com roteiro, produção e criação do cartunista  <strong>Márcio Baraldi</strong> em homenagem a  <strong>Rodolfo Zalla</strong>. O veterano quadrinhista, inclusive,  estará autografando suas publicações à partir das 14 horas. O filme  tem 72 minutos contando com extras e será vendido ao preço de R$ 10,00 durante o evento.</p>
<p>Para as 14h30 está programado um debate sobre “A Nova Lei Brasileira dos Quadrinhos na Opinião dos Profissionais” com os artistas Jal (cartunista, jornalista, presidente da ACB – Associação dos Cartunistas do Brasil) , Márcio Baraldi (cartunista, criador dos personagens Roko Loko e Adrina-Lina, Vapt  e Vupt, Rap Dez),  Spacca (cartunista, autor dos livros em quadrinhos “Dom João Carioca”, “Jubiabá”, “Santô e os Pais da Aviação”) e o editor Guilherme Kroll (Balão Editorial, que publicou “Os Passarinhos”, “Entrequadros”). O debate terá a mediação do jornalista, editor do blog “Papo de Quadrinho”  e colaborador da Revista Mundo dos Super-Heróis Jota Silvestre e discutirá sobre o projeto de lei nº 6.060/2009 (de autoria do deputado federal Vicentinho), que “estabelece mecanismos de incentivo para a produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais” e inclui um polêmico artigo segundo o qual as editoras deverão publicar um percentual mínimo de 20% de produção nacional.</p>
<p>A entrega dos troféus terá início às 16h30, com presença do vencedores, profissionais, leitores de quadrinhos e convidados.</p>
<p>O evento contará com um espaço coletivo de vendas de produtos. Durante todo o período haverá a criação de uma HQ Coletiva (os presentes serão convidados a desenhar uma seqüência de uma HQ à disposição no saguão), com tema escolhido no início dos trabalhos e uma exposição de tela a óleo do artista William MR, tendo como inspiração Ângelo Agostini.</p>
<p>Também será lançado o livro “A Técnica do Desenho” de Jayme Cortez além de autógrafos com a presença dos autores da revista “Picles”.</p>
<p><strong>O 28º Prêmio Angelo Agostini é realizado pela Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP) e Instituto Cervantes de São Paulo.</strong></p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>28º Premio Ângelo Agostini</strong><br />
<strong>Quando: 04 de fevereiro (sábado)</strong><br />
<strong>Horário: 14h00 (abertura)</strong><br />
<strong>Onde: Espaço Cultural Instituto Cervantes </strong><br />
<strong>Endereço: Av. Paulista, 2439 – Consolação</strong><br />
<strong>Informações: (11) 3897-9609</strong><br />
<strong>Entrada Franca</strong><br />
<strong>Organização: Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP) www.aqcsp.blogspot.com e Instituto Cervantes de São Paulo</strong></p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>14h00 – Abertura do espaço da Comix Book Shop e do Coletivo Quarto Mundo</p>
<p>14h00 – Lançamento das revistas Calafrio 53 e 54 com autógrafos de Rodolfo Zalla</p>
<p>14h00 – Lançamento do livro “A Tecnica do Desenho” de Jayme Cortez</p>
<p>14h30 – Debate: “A Nova Lei Brasileira dos Quadrinhos na Opinião dos Profissionais” com os artistas Jal, Márcio Baraldi e Spacca e o editor Guilherme Kroll (Balão Editorial), mediação do jornalista e editor do blog Papo de Quadrinho, Jota Silvestre</p>
<p>16h00 – Lançamento do documentário “Ao Mestre com Carinho” de Márcio Baraldi</p>
<p>16h30 – Entrega dos Prêmios Ângelo Agostini aos melhores do quadrinho nacional do ano de 2011</p>
<p>Documentário “Ao Mestre com Carinho”, de Márcio Baraldi: Em 72 minutos, Rodolfo Zalla, uma das últimas lendas vivas do quadrinho sul-americano de sua geração, passa a limpo toda sua carreira. O DVD traz uma extensa, exclusiva e descontraída entrevista com Zalla, mostrando imagens raras e inéditas de todas as fases de sua longa e vitoriosa carreira.<br />
Produzido e dirigido por Márcio Baraldi, fã confesso, “Ao Mestre com Carinho” é um documentário a altura do talento e do carisma desse grande mestre mundial das HQs.</p>
<p>Sobre Rodolfo Zalla: nasceu em 1931 na Argentina e na década de 60 migrou para o Brasil junto com uma leva de outros artistas (Jose Delbo, Osvaldo Talo e Eugenio Collonese, este ultimo italiano radicado na Argentina). Aqui, rapidamente se tornou um dos quadrinhistas mais prolificos do Brasil, produzindo milhares de paginas de todos os generos, do faroeste ao erótico, mas sobretudo no terror, gênero que o consagrou definitivamente. Empreendedor, fundou sua própria editora nos anos 1980, a D-Arte, pela qual publicou as revistas Calafrio e Mestres do Terror por quase uma década. Ambas se tornaram as referências máximas para o quadrinho de Terror e Suspense brasileiro, abrigando em suas paginas dezenas de quadrinhistas talentosos como Mozart Couto, Colonnese, Watson, Shimamoto, Flavio Colin, Rodval Matias, entre muitos outros. Com mais de 60 anos ininterruptos de profissãoo, é um dos maiores mestres da HQ brasileira em todos os tempos e um dos últimos de sua geração ainda vivo e atuante. Neste documentario, Zalla passa a limpo essas seis décadas de trabalho incessante com muito bom humor, inteligência, carisma e lucidez.</p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10939" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/01/25/28o-premio-angelo-agostini-comemora-o-dia-do-quadrinho-nacional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Monstro do Pântano</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/01/17/monstro-do-pantano/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/01/17/monstro-do-pantano/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 09:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[alan moore]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Alan Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[Monstro do Pântano]]></category>
		<category><![CDATA[Preview]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Bissette]]></category>
		<category><![CDATA[Swamp Thing]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=10728</guid>
		<description><![CDATA[Claro que Alan Moore é mais conhecido como criador de quadrinhos. Contudo, um de seus primeiros trabalhos para uma empresa norte-americana, a DC Comics era resgatar um personagem carente de popularidade e lhe dar uma nova roupagem. Monstro do Pântano ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10738" title="monstro_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/monstro_capa.jpg" alt="" width="190" height="292" />Claro que Alan Moore é mais conhecido como criador de quadrinhos. Contudo, um de seus primeiros trabalhos para uma empresa norte-americana, a DC Comics era resgatar um personagem carente de popularidade e lhe dar uma nova roupagem.</p>
<p><em>Monstro do Pântano </em>era sobre o fantasma de um homem que ao se recusar deixar para trás o mundo cria para si um corpo feito de plantas, através do qual ele podia andar por seu pântano e interagir com os humanos de seu passado. Na sua visão, Alan Moore exorcisa o fantasma, deixando a entidade com a plena consciência de que não é mais humano, e se tornou um monstro &#8211; nada mais que um vegatal que anda e tem consciência.</p>
<p>Moore e sua capacidade de produzir enredos e diálogos profundos traz o montsro do pântano para um novo pardigma sem comprometer a continuidade da série. Assim o leitor pode caminhar pela trilha do personagem de maneira privilegiada. O trabalho de arte também não deixa nada a desejar, com Steve Bissette e John Totleben criando uma visão clássica do pântano, mesmo com a tecnologia limitade de cores da época da primeira publicação.</p>
<p>Ler esta sequência de o Monstro do Pântano traz um boa sensação, algo que não se espera de um quadrinho de horror. Mas os personagens brilham, vivem e respiram, mesmo que transpirando suas personalidades perturbadas.</p>
<p>Para quem gosta de quadrinhos inteligentes e assutadores, Alan Moore promove um trabalho absolutamente prazeroso. Para os fãs do mago dos quadrinho, há aqui uma oportunidada para ver o mestre num dos seus melhores momentos.</p>
<p>Rating: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
<p>No Brasil, o Montro do Pântano de Alan Mooro foi publicado em volumes encadernados pelas editoras Brainstorm e Pixel Media.</p>
<p><iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/77827965/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-12rvmu8ly8nwd612790k" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.636836628511967" scrolling="no" id="doc_51767" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe><script type="text/javascript">(function() { var scribd = document.createElement("script"); scribd.type = "text/javascript"; scribd.async = true; scribd.src = "http://www.scribd.com/javascripts/embed_code/inject.js"; var s = document.getElementsByTagName("script")[0]; s.parentNode.insertBefore(scribd, s); })();</script></p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10728" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/01/17/monstro-do-pantano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Castelo de Areia</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2011/12/29/castelo-de-areia/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2011/12/29/castelo-de-areia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 03:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Alaúde Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Frederik Peeters]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Pierre Oscar Lévy]]></category>
		<category><![CDATA[Preview]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinho Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[Tordesilhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=10594</guid>
		<description><![CDATA[Alguns conceitos e ficção-científica não precisam necessariamente explorar o futuro. Podem ser também usados como ferramenta de distorção da realidade, para observar a natureza humana sob circunstâncias extremas. Castelo de Areia é um ótimo exemplo disso, colocando 13 pessoas de ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-10605 alignright" title="castelo_areia_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/castelo_areia_capa.jpg" alt="" width="190" height="268" />Alguns conceitos e ficção-científica não precisam necessariamente explorar o futuro. Podem ser também usados como ferramenta de distorção da realidade, para observar a natureza humana sob circunstâncias extremas. <em>Castelo de Areia</em> é um ótimo exemplo disso, colocando 13 pessoas de diferentes idades e compactando suas vidas no período de 24 horas. Ao visitarem uma praia isolada, eles se vêem num pesadelo real, em que o tempo passa tão rápido que as pessoas e envelhecem e morrem em horas, ao invés de anos.</p>
<p>A história gira em torno das ações desses 13 personagens enquanto eles tentam escapar ou simplesmente aceitar seus destinos fatais.  É possível testemunhar toda a extensão de uma existência, do nascimento, através da puberdade, idade adulta, até a morte. Ao mesmo tempo que lamentam aqueles que se vão, precisam encarar a própria mortalidade acelerada, e o mistério da praia na qual estão presos.</p>
<p><em>Castelo de Areia</em> é recheado de metáforas humanistas como a desconfiança proveniente do racismo e a tolerância e esperança nas gerações futuras. Há também o despertar sexual da puberdade e todas as possibilidades de uma nova vida que se inicia. O perturbador em tudo isso é ver tantos aspectos da vida tão bem colocados em um espaço de tempo tão curto.</p>
<p>A arte de Frederik Peeters se encaixa muito bem na história de Pierre Oscar Lévy. Suas caricaturas são um tanto gentis e possuem um bom equilíbrio entre o realismo e o cartum. O estilo do desenho dá humanidade aos personagens e suas situações, sem abstrair o horror por que passam. Suas expressões são emocionalmente ricas, deixando o leitor em dúvida sobre o que realmente passa por suas cabeças.</p>
<p>Esta é uma obra inteligente e bem executada, um belo e raro exemplo de como os quadrinhos de primeira linha devem se apresentar. Muitos mistérios ficam sem solução para que possa se chamara de uma experiência satisfatória. Mas a qualidade digna de aplauso compensa.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
<p>No Brasil, <em>Castelo de Areia</em> foi publicado pelo selo Tordesilhas da Alaúde Editorial.</p>
<p>Veja o <em>preview</em> da obra:<br />
<iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/76692371/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-z9k8epkb74fhi1ha3hl" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.757125154894672" scrolling="no" id="doc_93065" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe><script type="text/javascript">(function() { var scribd = document.createElement("script"); scribd.type = "text/javascript"; scribd.async = true; scribd.src = "http://www.scribd.com/javascripts/embed_code/inject.js"; var s = document.getElementsByTagName("script")[0]; s.parentNode.insertBefore(scribd, s); })();</script></p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10594" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2011/12/29/castelo-de-areia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conrad lança Yuri &#8211; Quarta-feira de Cinzas</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2011/12/21/conrad-lanca-yuri-quarta-feira-de-cinzas/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2011/12/21/conrad-lanca-yuri-quarta-feira-de-cinzas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 14:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[carrossel]]></category>
		<category><![CDATA[Conrad]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Og]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Yuri]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=10481</guid>
		<description><![CDATA[A editora Conrad lançao álbum nacional Yuri &#8211; Quarta-feira de Cinzas (formato 16 x 23 cm, 272 páginas, R$ 36,00), do quadrinhista Daniel Og. Na história, Daniel apresenta um Rio de Janeiro habitado por malandros e otários, trabalhadores e gatunos, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10484" title="Yuri_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/Yuri_capa.jpg" alt="" width="190" height="269" />A editora Conrad lançao álbum nacional <em>Yuri &#8211; Quarta-feira de Cinzas</em> (formato 16 x 23 cm, 272 páginas, R$ 36,00), do quadrinhista Daniel Og.</p>
<p>Na história, Daniel apresenta um Rio de Janeiro habitado por malandros e otários, trabalhadores e gatunos, publicitários e&#8230; zumbis. Yuri, o protagonista da trama, é um publicitário de &#8220;saco cheio da vida&#8221; que um dia decide se matar. O problema é que ele não foi exatamente bem-sucedido.</p>
<p>Yuri acaba voltando do mundo dos mortos em pleno carnaval, mas pretende retornar para lá definitivamente. No meio do caminho, ele conhece Andrei, um ladrão de carros homossexual, que decide ajudá-lo em sua busca pelo descanso eterno.<br />
Essa dupla improvável parte sem rumo certo pelo Rio de Janeiro, esbarrando em personagens caóticos, tipicamente cariocas, armando planos para fazer Yuri morrer de vez e tentando faturar uma grana enquanto isso não acontece.</p>
<blockquote><p>O desenho do Dog é uma ode ao estilo minimalista de se fazer quadrinhos, sem frescuras e enganações baixas. [...] E ele não usa as horrendas fontes de computador para escrever nos seus balões. Comigo isso vale pontos extras.<br />
&#8211; <strong>Allan Sieber</strong></p></blockquote>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10481" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2011/12/21/conrad-lanca-yuri-quarta-feira-de-cinzas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tardi e os horrores da guerra</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2011/12/05/tardi-e-os-horrores-da-guerra/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2011/12/05/tardi-e-os-horrores-da-guerra/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 23:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[carrossel]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Nemo]]></category>
		<category><![CDATA[Eisner Award]]></category>
		<category><![CDATA[era a guerra de trincheiras]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Hergé]]></category>
		<category><![CDATA[histórias em quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[jacques]]></category>
		<category><![CDATA[jacques tardi]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Preview]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinho Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[tardi]]></category>
		<category><![CDATA[tin tin]]></category>
		<category><![CDATA[Tintin]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=10422</guid>
		<description><![CDATA[Quadrinhos de Tardi mostram o ambiente hostil dos campos de batalha na Primeira Guerra Mundial]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10424" title="tardi_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/tardi_capa.jpg" alt="" width="190" height="248" />Inspirado nos relatos do avô e baseando-se em extensa pesquisa bibliográfica e filmográfica, que vai de Charles Chaplin a Ernest Hemingway, o quadrinista francês Jacques Tardi ilustra situações desumanas nas frentes de batalha da Primeira Guerra Mundial em <em>Era a Guerra de Trincheiras</em>.</p>
<p>Muito influenciado por Hergé – criador de Tin Tim –, Tardi aborda temas como a tristeza, o medo da morte, a saudade da família e a vontade de retornar para casa. A obra, ganhadora do Eisner Award em 2011, chega ao Brasil pela Editora Nemo.</p>
<p>Leia abaixo um <em>preview</em> da obra.</p>
<p><iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/74837230/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-1e52nssvx8tqxnih8p1c" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.759305210918114" scrolling="no" id="doc_51454" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe><script type="text/javascript">(function() { var scribd = document.createElement("script"); scribd.type = "text/javascript"; scribd.async = true; scribd.src = "http://www.scribd.com/javascripts/embed_code/inject.js"; var s = document.getElementsByTagName("script")[0]; s.parentNode.insertBefore(scribd, s); })();</script></p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10422" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2011/12/05/tardi-e-os-horrores-da-guerra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>GEN pés descalços</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2011/11/30/gen-pes-descalcos/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2011/11/30/gen-pes-descalcos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conrad]]></category>
		<category><![CDATA[Conrad Editora]]></category>
		<category><![CDATA[desenho aventura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gen]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[Keiji Nakazawa]]></category>
		<category><![CDATA[manga]]></category>
		<category><![CDATA[Preview]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=7553</guid>
		<description><![CDATA[Ao desenhar suas próprias experiências em Hiroshima, quando a bomba atômica foi lançada e ele tinha sete anos, Keji Nakazawa consegue, gentil e persuasiavamente, usar a liguagem dos quadrinhos como meio de assegurar (ou pelo menos tentar) que tal atrocidade ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-9768" title="GEN-1" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/GEN-1.jpg" alt="" width="190" height="286" />Ao desenhar suas próprias experiências em Hiroshima, quando a bomba atômica foi lançada e ele tinha sete anos, Keji Nakazawa consegue, gentil e persuasiavamente, usar a liguagem dos quadrinhos como meio de assegurar (ou pelo menos tentar) que tal atrocidade jamais aconteça novamente. Seguindo o sucesso de sua tira inicial sobre Hiroshima chamada <em>Ore wa Mita (I Saw it </em>na publicação em inglês &#8211; em português algo como <em>Eu Vi</em>), <em>Gen, Pés Descalços (はだしのゲン <em>Hadashi no Gen</em>)</em> é um trabalho majestoso.</p>
<p>A história segue desde a apresentação da família de Gen com sua mãe lutando para controlar o racionamento famíliar nos tempos de guerra, até o início das reconstruções das vidas deavastadas pela queda da bomba. Os quatro volumes da obra (compilação ocidental dos dez volumes originais) constroem muito bem todos os personagens de modo que o leitor possa criar empatia e se emocionar com seus destinos.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-9769" title="Gen-2" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/Gen-2.jpg" alt="" width="190" height="284" />O traço de Nakazawa é simples e mostra de uma maneira direta tudo o que se quer mostrar, assim como o mundo real, assim como as pessoas reais. A história não demoniza nada nem ninguém.  Em vez disso, se concentra em apresentar o cotidiano de uma cidade durante a Segunda Guerra Mundial, explorando o estilo de vida japonês, e logo no início, dando ao leitor um referência da vida domestica das perspectivas de mundo do ponto de vista de uma criança. Estes pequenos e tocantes detalhes continuam a aparecer mesmo depois da queda da bomba, mesmo depois que somos chocados por tanta morte e destruição, mesmo depois de conhecermos personagens tão frios quanto a morte iminente que os aguarda. <em>Gen, Pés Descalços </em>é inabalável, mas em última análise é mais poderoso por seus raros momentos de humor é até bem comum como um relato de um dos maiores (e piores) eventos do século 20. <em></em></p>
<p><em></em><img class="alignright size-full wp-image-10390" title="gen3" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/gen3.jpg" alt="" width="190" height="283" />É estranho pensar que um sobrevivente de Hiroshima possa contar esta história de uma maneira alegre<em>, </em>mas dada a filtragem do olhar de uma criança de sete anaos, que nem sempre compreende tudo o que testemunha, este contentamento triunfa. Nakazawa faz uso do otimismo infantil (ou fé cega) em todas as situações, possibilitando que se foque nos detalhes, nas pequenas vitórias dos sobrevientes nos terríveis tempos pós-bomba. Mesmo que certos triunfos sejam passageiros e predecessores de momentos ainda mais difíceis. <em><br />
</em></p>
<p><em>Gen, Pés Descalços </em>lamenta os mortos, mas também celebra a vida através dos traços simples e delicados de Nakazawa e esperança indestrutível de seu protagonista.  Muito drama e muitos detalhes seriam um excesso. O estilo quase cartunesco dá um frescor ao assunto pesado e emocional e poupa a todos (mas sem ser menos emotivo) de detalhes que, francamente, são desnecesséarios pra mostrar o ponto crucial da atrocidade bélica.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
<p><em>Gen, Pés Descalços </em>foi publicado pela primeira vez no japão em 1973. Em 1983 e 1986 ganhou adaptações animadas e em 2007 uma adaptação <em>live action</em>. No Brasil foi publicado pela primeira vez entre 2000 e 2001 pela editora Conrad, que desde o início de 2011 vem republicando os volumes da obra.</p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=7553" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2011/11/30/gen-pes-descalcos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Retrato de Dorian Gray em quadrinhos</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2011/11/15/o-retrato-de-dorian-gray-em-quadrinhos/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2011/11/15/o-retrato-de-dorian-gray-em-quadrinhos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 23:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Wilde]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos na Cia]]></category>
		<category><![CDATA[Stanislas Gros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=10209</guid>
		<description><![CDATA[O selo Quadrinhos na Cia. da Companhia das Letras traz ao Brasil uma obra-prima da literatura mundial adaptada aos quadrinhos. Em sua versão para os quadrinhos do clássico de Oscar Wilde, Stanislas Gros reconta com maestria a história do jovem ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong> <img class="alignright size-full wp-image-10213" title="dorian_gray" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/dorian_gray.png" alt="" width="190" height="250" /></p>
<p>O selo Quadrinhos na Cia. da Companhia das Letras traz ao Brasil uma obra-prima da literatura mundial adaptada aos quadrinhos.</p>
<p>Em sua versão para os quadrinhos do clássico de Oscar Wilde, Stanislas Gros reconta com maestria a história do jovem narcisista que se dedica aos prazeres da vida, morais ou imorais, enquanto um retrato escondido em sua casa mostra a decadência ao passar do tempo.</p>
<p><em></em>Dorian Gray é um jovem de rara beleza, o que motiva o pintor Basil Hallward a fazer um retrato dele. Fascinado por seu modelo, Bazil realizar um trabalho extraordinário, de modo que o próprio Dorian Gray se apaixona por sua imagem. Influenciado por Henry Wotton, um dândi que critica a cultura vitoriana e prega um hedonismo idulgente, Gray começa a levar uma vida dupla. Com o passar dos anos, ele conserva o brilho de sua juventude, enquanto o retrato, escondido num quarto fechado, revela os efeitos do tempo em seu lugar.</p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10209" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2011/11/15/o-retrato-de-dorian-gray-em-quadrinhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lourenço Mutarelli lança nova HQ</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2011/11/15/lourenco-mutarelli-lanca-nova-hq/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2011/11/15/lourenco-mutarelli-lanca-nova-hq/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 07:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[carrossel]]></category>
		<category><![CDATA[Companhia das Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Lourenço Mutarelli]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=10200</guid>
		<description><![CDATA[Depois de se aventurar como romancista e ator, Lourenço Mutarelli volta às origens em quadrinhos com. A história de um homem abalado com a morte da mulher é narrada com requintes de delírio pelo filho do casal. Apesar de praticamente ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10205" title="quandomeupai" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/quandomeupai1.jpg" alt="" width="190" height="160" />Depois de se aventurar como romancista e ator, Lourenço Mutarelli volta às origens em quadrinhos com. A história de um homem abalado com a morte da mulher é narrada com requintes de delírio pelo filho do casal.</p>
<p>Apesar de praticamente desconhecido do público em geral, a graphic novel <em>Avenida Paulista </em>é um clássico dos quadrinhos nacionais. Concebida originalmente com o título <em>Fragmentos completos, </em>foi publicada em 1991 em uma edição especial da <em>Revista Goodyear</em>, de circulação restrita. Ao longo dos últimos vinte anos, tornou-se objeto cultuado e cobiçado entre colecionadores e marcou o início de um longo período de afastamento das HQs de um dos maiores quadrinistas brasileiros.</p>
<p>Mesclando pesquisa histórica e iconográfica e o cenário de delírio e fantasia característico dos trabalhos de Luiz Gê, o álbum narra cem anos de transformações ocorridas na avenida que simboliza como nenhum outro lugar o desenvolvimento acelerado e caótico de São Paulo – da idealização de um boulevard em estilo europeu pelo engenheiro Joaquim Eugênio de Lima, passando pela contrução dos grandes casarões, o início das verticalização da cidade e os ambiciosos projetos urbanísticos que nunca saíram do papel até chegar ao cenário atual de engarrafamentos e grandes arranha-céus envidraçados.</p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10200" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2011/11/15/lourenco-mutarelli-lanca-nova-hq/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Asterios Polyp</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2011/11/12/asterios-polyp/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2011/11/12/asterios-polyp/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 00:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Asterios Polyp]]></category>
		<category><![CDATA[David Mazzucchelli]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Preview]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos na Cia]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=10150</guid>
		<description><![CDATA[Um arquiteto de meia-idade pode não parecer o personagem principal mais convencional no mundo dos quadrinhos, porém Asterios Polyp não é um quadrinho convencional. Apesar de parecer uma leitura densa com suas mais de 300 páginas, a história é muito ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10152" title="asterios_main" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/asterios_main.jpg" alt="" width="190" height="251" /></p>
<p>Um arquiteto de meia-idade pode não parecer o personagem principal mais convencional no mundo dos quadrinhos, porém <em>Asterios Polyp </em>não é um quadrinho convencional. Apesar de parecer uma leitura densa com suas mais de 300 páginas, a história é muito mais acessível do que parece em suas primeiras impressões.</p>
<p>Há muito que se levar em consideração a visão criativa de David Mazzucchelli, escritor veterano, ilustrador e professor. Mazzucchelli tem criado quadrinhos há décadas, até colaborando com Frank Miller nos melhores trabalhos do pai da Cidade do Pecado. Mas tudo isso muda com Asterios Polyp, que o coloca definitivamente no topo do ranking dos grandes romancistas gráficos.</p>
<p>A história se inicia com Polyp no auge de uma crise de meia-idade. Seu requintado apartamento em Nova York é atingido por um raio e se desintegra em chamas, deixando Polyp escapar apenas com sua carteira e um punhado de lembranças. É a oportunidade que ele tem para iniciar a próxima etapa de sua vida: arruma um emprego como mecânico em uma oficina de uma cidade pequena, aprendendo o ofício conforme trabalha.</p>
<p>Durante esse desenvolvimento, a história de Polyp é revelada ao leitor, flutuando pela narrativa principal, utilizando artifícios visuais para mostrar a variação cronológica. Descobre-se que ele tinha uma irmão gêmeo que não sobreviveu (e o livro é narrado pelo irmão morto). Descobre-se sobre seus amores, sua carreira, suas frustrações e alegrias. E durante todo o tempo o presente de Polyp progride para suas próprias conclusões.</p>
<p>A história não é o único elemento de interesse para o leitor mais atento – Mazzucchelli é tanto um designer quanto um ilustrador virtuoso. Em alguns momentos o livro pode lembrar Entendendo os Quadrinhos – e pode-se perceber isso durante as trocas estilísticas no decorrer da obra.  E tudo está longe de ser gratuito, o que se vê é um artista esticando seus músculos soltando todas as amarras para se expressar da maneira mais significativa possível. A arte se dissolve na história, auxiliando a ilustrar os ânimos, sentimentos e expressões, como um cineasta ou compositor e trilha sonora. Mesmo a tipografia, que é diferente para cada personagem, ajuda a dar uma voz estilizada pra suas diferentes personalidades.</p>
<p>Todos os ingredientes adicionam movimentos fascinantes e emocionantes à crise de meia-idade. A caracterização é impressionante e a narrativa é de primeira linha. O livro beira a perfeição e merece as melhores notas, assim como muitas releituras. A não ser que a literatura moderna não agrade, <em>Asterios Polyp</em> é um ótimo investimento de tempo.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
<p>No Brasil, <em>Asterios Polyp</em> é publicado pelo selo Quadrinhos na Cia. da Companhia da Letras.</p>
<p>Confira um preview da obra:<br />
<iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/72097174/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-1ttkz570mp13zr184omi" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.75462392108508" scrolling="no" id="doc_67196" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe><script type="text/javascript">(function() { var scribd = document.createElement("script"); scribd.type = "text/javascript"; scribd.async = true; scribd.src = "http://www.scribd.com/javascripts/embed_code/inject.js"; var s = document.getElementsByTagName("script")[0]; s.parentNode.insertBefore(scribd, s); })();</script></p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10150" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2011/11/12/asterios-polyp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

