<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>CUBO3 &#187; Música</title>
	<atom:link href="http://cubo3.com.br/category/musica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://cubo3.com.br</link>
	<description>Cultura para quebrar a cabeça</description>
	<lastBuildDate>Sat, 19 May 2012 09:27:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
		<item>
		<title>The Mars Volta: Noctourniquet</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/04/29/the-mars-volta-noctourniquet/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/04/29/the-mars-volta-noctourniquet/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 22:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Tato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[Noctourniquet]]></category>
		<category><![CDATA[The Mars Volta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11753</guid>
		<description><![CDATA[The Mars Volta &#8211; The Whip Hand O The Mars Volta têm construido uma carreira criando um estilo de música intrincado e altamente conceitual, que confunde tanto quanto intriga. As gravações do grupo são melhores avaliados como um todo ao ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/uploads/themarsvolta/The_Mars_Volta_01_The_Whip_Hand.mp3">The Mars Volta &#8211; The Whip Hand</a><img class="size-full wp-image-11756 alignright" title="marsvolta_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/marsvolta_capa.jpg" alt="" width="190" height="190" /></p>
<p>O The Mars Volta têm construido uma carreira criando um estilo de música intrincado e altamente conceitual, que confunde tanto quanto intriga. As gravações do grupo são melhores avaliados como um todo ao invés de faixa a afaixa, e eles raramente podem ser digeridos numa primeira audição. E até o momento, a banda tem sido bem sucedida em produzir alguns dos mais desafiadores álbuns na história recente da música. Com seu sexto álbum, <em>Noctourniquet</em>, The Mars Volta parece estar viajar pelo mesmo caminho, produzindo um registro que é definitivamente ainda mais desafiador. A questão é se ele também irá ou não se revelar gratificante.</p>
<p>Mesmo os fãs inveterados do &#8220;Volta&#8221; vão se surpreender com os primeiros segundos do álbum, que apresentam provavelmente a série de notas mais limpa e melódica que a banda já tocou. Mas antes de tudo, <em>The Whip Hand</em> apresenta os sons familiares de guitarra sujas e o tempo bizarro pelos quais o The Mars Volta se tornou conhecido. No entanto, apesar da introdução cativante, o restante da faixa se prova ser uma das aberturas de álbum mais fracas da banda. Não há aqui as qualidades fascinantes de <em>Cygnus &#8230; Cygnus Vismund</em> ou <em>Vicarious Atonemen</em>t ou o frenesi de <em>Aberinkula</em>. E letras como “<em>I am a landmine / So just don’t step on me</em>” simplesmente não se destacam comparadas com pérolas como &#8220;<em>Please dismantle all these phantom limbs</em>”.</p>
<p><em>Noctourniquet</em> rapidamente se salva a faixa seguinte, <em>Aegis</em> (que, segundo a mitologia grega era o nome de Athena e do escudo de Zeus). Mas assim que o disco avança para sua metade, as músicas continuam a alternar entre o medíocre rock progressivo e as composições engenhosas, que compoem o repertório da banda.</p>
<p>Não que o The Mars Volta tenha caído em desgraça, mas pode-se dizer que se desviaram do caminho da graça plena. <em>Noctourniquet</em> não é o melhor trabalho da banda, mas é agradável e interessante. É definitivamente um pouco desafiador e, em última análise, gratificante, se você conseguir passar da primeira metade. E, como qualquer álbum do The Mars Volta, tem-se a certeza que o disco irá revelar mais a cada<em> replay</em>, talvez até mais do que seria de se esperar depois das primeiras rodadas.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/04/29/the-mars-volta-noctourniquet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.cubo3.com.br/wp-content/uploads/themarsvolta/The_Mars_Volta_01_The_Whip_Hand.mp3" length="11511936" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Cubo3 Station #23</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/04/18/cubo3-station-23/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/04/18/cubo3-station-23/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 05:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Tato</dc:creator>
				<category><![CDATA[CUBO3 station]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[blues]]></category>
		<category><![CDATA[Bonnie Raitt]]></category>
		<category><![CDATA[Choir of Young Believers]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lower Dens]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Vacationer]]></category>
		<category><![CDATA[Youth Lagoon]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11779</guid>
		<description><![CDATA[Nesta edição de Cubo3 Station: Bonnie Raitt, Choir of Young Believers, Lower Dens, Vacationer e Youth Lagoon]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/18-04-12/1 - Bonnie Raitt - Ain't Gonna Let You Go.mp3">Bonnie Raitt &#8211; Ain&#8217;t Gonna Let You Go</a><br />
Muita gente pode não saber, mas Bonnie Raitt tem dezenove álbuns em sua carreira. <em>Ain&#8217;t Gonna Let You Go</em> marca a volta desta dama aos estúdios depois de sete anos de hiato. E aqui ela mostra que ainda é uma referência e inspiração para muitos guitarristas e compositores de blues.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/18-04-12/2 - Choir of Young Believers - Patricia's Thirst.mp3">Choir of Young Believers &#8211; Patricia&#8217;s Thirst</a><br />
Em seu segundo álbum, Jannis Noya Makrigiannis, o musico por trás de Choir of Young Believers, plays with dissonant orchestrations—weaving his designs with harmonic strumming and pulsing string work, while only occasionally treading towards the light.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/18-04-12/3 - Lower Dens - Two Cock.mp3"> Lower Dens &#8211; Two Cock</a><br />
Lower Dens&#8230;alta densidade.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/18-04-12/4 - Vacationer - Trip.mp3">Vacationer &#8211; Trip</a><br />
O Vacationer se lançou numa viagem electro-pop, ou como a banda brincava enquanto gravava o mais recente disco, o “Nu-hula.” Que entender? Ouça.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/18-04-12/5 - Youth Lagoon - Afternoon.mp3">Youth Lagoon &#8211; Afternoon</a><br />
A hibernação onírica do indie-electro-pop não tem fim para estes caras. Lento, divertido e cativante.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/04/18/cubo3-station-23/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Joan Osborne: Bring It on Home</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/04/10/joan-osborne-bring-it-on-home/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/04/10/joan-osborne-bring-it-on-home/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 00:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Tato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[bring it on home]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Joan Osborne]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11764</guid>
		<description><![CDATA[Joan Osborne &#8211; Roll Like A Big Wheel Em seu sétimo álbum, A cantora e compositora Joan Osborne, que nasceu no estado de Kentucky (EUA) retorna às suas raízes de soul, blues e R&#38;B que entoava quando chegou à Nova York, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/04-04-12//3 - Joan Osborne - Roll Like A Big Wheel.mp3">Joan Osborne &#8211; Roll Like A Big Wheel</a><img class="alignright size-full wp-image-11771" title="joan_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/joan_capa.jpg" alt="" width="190" height="190" /></p>
<p>Em seu sétimo álbum, A cantora e compositora Joan Osborne, que nasceu no estado de Kentucky (EUA) retorna às suas raízes de soul, blues e R&amp;B que entoava quando chegou à Nova York, no início de sua carreira. Mas talvez ela não devesse ter esperado tanto tempo pra este retorno. Com covers de canções de nomes como Ike e Tina Turner e Muddy Waters, <em>Bring It on Home</em> parece menos com as gravações de uma mulher que se atira na música e que se move ela do que com o trabalho de uma artista cansada e que começa a ficar sem ideias. A voz de Osborne sempre ofusca suas composições, mas neste álbum, tudo soa decididamente como se estivesse em declínio, especialmente em faixas como <em>Shake Your Hips e </em><em>Champagne and Wine</em>. Sem o poder e elegância exibidos em gravações anteriores, Joan Osborne parece não possuir as ferramentas certas para fazer esses antigos clássicos soarem revigorados.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/04/10/joan-osborne-bring-it-on-home/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cubo3 Station #22</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/04/04/cubo3-station-22/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/04/04/cubo3-station-22/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 15:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Tato</dc:creator>
				<category><![CDATA[CUBO3 station]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Bear in Heaven]]></category>
		<category><![CDATA[Caveman]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Joan Osborne]]></category>
		<category><![CDATA[La Sera]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[THEESatisfaction]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11663</guid>
		<description><![CDATA[Nesta edição de Cubo3 Station: THEESatistfaction, La Sera, Joan Osborne, Bear in Heaven e Caveman]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/04-04-12/1 - THEESatisfaction - QueenS.mp3"> THEESatisfaction &#8211; QueenS</a><br />
Porque um pouquinho de R&amp;B não mata ninguém em dá uma apimentada na vida.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/04-04-12/2 - La Sera - Break My Heart.mp3">La Sera &#8211; Break My Heart</a><br />
Só é preciso ouvir esta música para enetender que La Sera mudou seu som do onírico e sutil para a objetividade esfiapada do pop no novo álbum <em>Sees the Light</em>.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/04-04-12//3 - Joan Osborne - Roll Like A Big Wheel.mp3">Joan Osborne &#8211; Roll Like A Big Wheel</a><br />
Joan Osborne demorou, mas com seu sétimo álbum retornou às suas raízes no soul, blues e R&amp;B. Será que ela esperou demais?</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/04-04-12/4 - Bear in Heaven - The Reflection of You.mp3"> Bear in Heaven &#8211; The Reflection of You</a><br />
O novo trabalho do Bear in Heaven<em> It’s Cool</em> parece mais brilhante, delicado, mais bem polido e acessível que o rock progressivo mecânico do disco anterior. Vale a conferida.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/04-04-12/5 - Caveman - Old Friend.mp3"> Caveman &#8211; Old Friend</a><br />
Cavemen teve um incrível início com <em>Coco Beware</em>. <em>Old Friend</em> é a prova deste bom começo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/04/04/cubo3-station-22/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cubo3 Station #21</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/03/25/cubo3-station-21/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/03/25/cubo3-station-21/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 00:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Tato</dc:creator>
				<category><![CDATA[CUBO3 station]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Calvi]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lost in the Trees]]></category>
		<category><![CDATA[Margot and the Nuclear So and So's]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[Whispertown]]></category>
		<category><![CDATA[Wild Beasts]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11548</guid>
		<description><![CDATA[Nesta edição de Cubo3 Station: Anna Calvi, Whispertown, Lost in Trees, Wild Beasts e Margot and the Nuclear So and So's. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/26-03-12/1 - Anna Calvi  - Love Won't be Leaving.mp3"> Anna Calvi &#8211; Love Won&#8217;t be Leaving</a><br />
A inglesa Anna Calvi tem 20 e poucos anos, mas parece ter uma alma antiga. Uma de suas grandes inspirações é o compositor do século 19 Claude Debussy. E ela já possui fãs do calibre de Brian Eno e Nick Cave. Sua mistura explosiva pode ser ovida claramente na atmosfera dark de seus vocais poderosos e sua guitarra viva. Uma alma a se estimar.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/26-03-12/2 - Lost in the Trees - Golden Eyelids.mp3">Lost in the Trees &#8211; Golden Eyelids</a><br />
Parece mesmo algo que se houve no topo de uma montanha. O Lost in the Trees faz um casamento muito bem resolvido entre a velha tradição folk e as mais velhas ainda tradições orquestrais. Um pedaço de cada era, muito bem espalhados por aí.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/26-03-12/3 - Margot and the Nuclear So and So's - Shannon.mp3"> Margot and the Nuclear So and So&#8217;s &#8211; Shannon</a><br />
Shannon foi lançada a dez anos e relançada agora. Uma música assombrada em que Richar Edwards diz repetidamente  “<em>I don’t wanna be your punk</em>”. Musicalmente, não é uma balada típica. A letra no entanto é inteligente e nervosa, uma proclamação que se adapta muito bem ao genêro musical.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/26-03-12/4 - Wild Beasts - Bed of Nails.mp3">Wild Beasts &#8211; Bed of Nails</a><br />
O som dos Wild Beasts mergulha no catártico e recluso, no visceral e calculado. Mas em vez de ficarem presos na emoção crua, o grupo resolveu simplesmente fazer algo bonito. Não só alcançaram o objetivo como amplaram o repertório.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/26-03-12/5 - Whispertown - Open The Other Eye.mp3">Whispertown &#8211; Open The Other Eye</a><br />
Uma música para abalar algumas estruturas: &#8220;<em>If you don’t want to wake up/I recommend a deep sleep,</em>” diz Morgan Nagler na solitária balada sintética.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/03/25/cubo3-station-21/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Air: Le Voyage dans la Lune</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/03/11/air-le-voyage-dans-la-lune/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/03/11/air-le-voyage-dans-la-lune/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 11:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Tato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Air]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Le Voyage Dans La Lune]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[música eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11336</guid>
		<description><![CDATA[Air &#8211; Seven Stars Qual casamento entre cinema e música poderia ser mais perfeito? O Air, dupla francesa de música eletrônica, lançou seu primeiro álbum chamado Moon Safari em 1998.  Desde então, se revelaram como virtuosos do mundo das trilhas ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/uploads/air/Seven Stars.mp3">Air &#8211; Seven Stars</a><img class="alignright size-full wp-image-11339" title="air_vdll_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/air_vdll_capa.jpg" alt="" width="190" height="190" /></p>
<p>Qual casamento entre cinema e música poderia ser mais perfeito? O Air, dupla francesa de música eletrônica, lançou seu primeiro álbum chamado <em>Moon Safari</em> em 1998.  Desde então, se revelaram como virtuosos do mundo das trilhas sonoras, apimentando trabalhos como os aclamados projetos da diretora Sofia Coppola (imagine o majestoso <em>Encontros e Desencontros</em> sem <em>Alone in Kyoto</em>.)</p>
<p>No primeiro projeto em três anos, estes misteriosos formadores de tendências criam um acompanhamento musical para uma versão restaurada do seminal clássico do cinema mudo de Georges Méliès: o filme de ficção científica de <em>Viagem à Lua</em> (<em>Le Voyage dans la Lune</em>, no original em francês). Tudo parecia uma idéia muito estranha: O filme de Méliès é extremamente inventivo, e embora dure apenas cerca de 15 minutos, é visualmente deslumbrante, mesmo em sua forma original e, claramente, anos à frente do seu tempo (fãs da MTV podem lembrar a sua influência no belo vídeo <em>Tonight, Tonight</em> do Smashing Pumpkins), e o Air sempre se mostrou competente em soar totalmente futurista com atmosferas cheias de sintetizadores reluzentes e com uma tendência levar os estúdios de gravação aos seus limites.</p>
<p>Talvez o estilo instrumental lógico teria sido algo mais clássico, algo com uma certa variedade orquestral, focado na emoção sutil e melodias simples, ajudando a melhorar o visual, em vez de comfrontá-lo em intensidade. E mesmo que se perceba claramente o estilo da dupla no ambiente em exposição (particularmente no interlúdio de piano assombrando <em>Retour sur Terre</em> e duarante a difícil <em>Decollage</em>), o Air não se contenta em sentar e aplaudir. Na verdade, este é um dos mais enfáticos trabalhos que qualquer ouvido pode receber nos últimos tempos. As ondulações de <em>Seven Stars</em> (com a cantora de Beach House Victoria Legrand em uma versão expandida) se classifica entre o melhor do grupo, criando tensão com composições que se estruturam num rcok progressivo e a batida típica do mundo eletrônico, com motivos de piano, e charmosas seqüências de contagem regressiva da missão espacial. Aliado a tudo isso, <em>Sonic Armada</em> é quase ridiculamente <em>funky</em>, viajando através de um estilo Herbie Hancock executado com uma certa pulsação rítmica.</p>
<p>Com pouco mais de meia hora de duração, <em>Le Voyage dans la Lune</em> é em sua maior parte intrumental, e muito curto para abusar de qualquer hospitalidade, e como resultado, cada segundo é impactante. Os pessimistas podem chamar o álbum de vazio, sem o rico visual artesanal do filme, e já que esta crítica não é muito justificável, <em>Le Voyage dans la Lune</em> é, dadas as suas origens, uma pequena maravilha por seus próprios méritos.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/03/11/air-le-voyage-dans-la-lune/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cubo3 Station #20</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/03/09/cubo3-station-20/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/03/09/cubo3-station-20/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 21:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simei Dublinski</dc:creator>
				<category><![CDATA[CUBO3 station]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lemâitre]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[Phédre]]></category>
		<category><![CDATA[Rangers]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastien Tellier]]></category>
		<category><![CDATA[Turnpike Glow]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11328</guid>
		<description><![CDATA[Nesta edição de Cubo3 Station: Phédre, Rangers, Lemâitre, Turnpike Glow e Sebastien Tellier]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/09-03-12/01 - Phédre - In Decay.mp3">Phédre &#8211; In Decay</a><br />
O novíssimo trio canadense tem um dos melhores singles do ano com esse lento e quebrado hit. Uma extravagância de influências intoxicadas como baixo oitentista, sintetizadores baratos, guitarras africanas até vocais com jeitão de <em>David Bowie</em>. O <a href="http://www.youtube.com/watch?v=unrn-wf4cDg" target="_blank">vídeo oficial</a> captura perfeitamente todo o absurdo dessa mistura. Fantástico!</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/09-03-12/02 - Rangers - Zombies (Day).mp3">Rangers &#8211; Zombies (Day)</a><br />
O devaneio desbotado de memórias dos anos oitenta é sem dúvida uma das fontes de inspiração mais exploradas na nova música independente. A leve pitada psicodélica em <em>Zombies (Day)</em> remete imediatamente ao <em>Vinyl Williams</em>, que tem proposta e estética semelhantes.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/09-03-12/03 - Lemâitre - Appreciate.mp3">Lemâitre &#8211; Appreciate</a><br />
Uma dupla norueguesa fã de french electro que acredita em vocais só pode acabar bem. <em>Appreciate</em> parece roubar os sintetizadores de <em>Voyager</em> (<em>Daft Punk</em>), e os coloca numa estrutura pop, que funciona bem mesmo fora da pista.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/09-03-12/04 - Turnpike Glow - 1986.mp3">Turnpike Glow &#8211; 1986</a><br />
O rock britânico é um fenômeno cultural fresco e relevante há mais de 40 anos, baseado em pilares como a psicodelia dos beatles, new wave oitentista, etc. O disco <em>Velociraptor!</em>(2011) do <em>Kasabian</em>, considerado um dos melhores do ano, prova essa afirmação.<br />
<em>Turnpike Glow</em> é mais uma banda que captura brilhantemente a alma britânica, com sólidos hits como <em>1986</em>.</p>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/playlists/09-03-12/05 - Sebastien Tellier - Cochon Ville.mp3">Sebastien Tellier &#8211; Cochon Ville</a><br />
Uma das maiores e mais dramáticas personalidades do eletrônico francês está pra lançar o álbum <em>My God is Blue</em>, não surpreendemente, muito pretencioso. <em>Cochon Ville</em> é a segunda música revelada do que parece ser a obra mais nu disco de <em>Sebastien Tellier</em>. <a href="www.youtube.com/watch?v=fD8JMFqrg9E" target="_blank">A primeira faixa apresentada foi <em>Pépito Bleu</em></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/03/09/cubo3-station-20/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lana Del Rey: Born to Die</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/02/26/lana-del-rey-born-to-die/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/02/26/lana-del-rey-born-to-die/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 19:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Tato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Born to Die]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lana Del Rey]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11141</guid>
		<description><![CDATA[É um fato que ouvi as músicas de Lana del Rey umas 70 vezes neste mês. É um fato que já me peguei canatando várias músicas de Born to Die durante este período]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="wpaudio" href="http://www.cubo3.com.br/wp-content/uploads/LanaDelRey/Lana Del Rey - Video Games.mp3">Lana Del Rey &#8211; Video Games</a><img class="alignright size-full wp-image-11157" title="lana_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/lana_capa.jpg" alt="" width="190" height="190" /></p>
<p>É um fato que ouvi as músicas de Lana del Rey umas 70 vezes neste mês. É um fato que já me peguei canatando várias músicas de <em>Born to Die</em> durante este período. No chuveiro: “<em>Light of your life/ Fire of your loins/ Tell me you want me/ Give me them coins.</em>” Fazendo café: “<em>Diet Mountain Dew/ Baby New York City/ Never was there ever a girl so pretty/ Do you think we’ll be in love forever? Do you think we’ll be in love?</em>” No laptop, escrevendo esta<em></em> resenha: “<em>Red, white, blue in the skies/ Summer’s in the air baby/ Heaven’s in your eyes.</em>”</p>
<p>Meu primeiro encontro com <em>Lolyt</em>a foi quando <em>Videogames</em> surgiu pela primeira vez e eu não tinha totalmente comprado a artista previamente conhecida como Lizzy Grant. Encontrei-a balançando entre as imagens e seu fraseado desleixado. Não acredito que seu papel que tenha sido criado por ela mesma, bem como Nina Persson do Cardigans, ou Sarah Nixey na Black Box Recorder, ou ainda Holly Golightly. Ela parecia muito triste e pouco convicta das palavras que saiam de sua boca, e mais tarde descobriu-se que as pessoas não só não acreditavam que não eram suas palavras, como também não era sua boca.</p>
<p>Por que estou contando  tudo isso? A Sra. Del Rey tem sido comparada a tudo, desde um &#8220;orgasmo fingido&#8221; para uma &#8220;andróide construída por um cientista de luto para lembrar sua esposa morta.&#8221; Tudo brincadeira, claro. Lana me faz tentar lembrar qual foi o último artista que me obrigou tocar suas músicas 76 vezes em um mês e cantar o tempo todo porque suas melodias gruadaram em minha cabeça o tempo todo. Como prova deste grude, quando <em>Born to Die</em> atingiu o 1 º lugar na Billboard Americana em fevereiro.</p>
<p>Quem se interessaria por um robô com dores existenciais? Por que se preocupar desperdiçar tais comparações concisas em um artista que não é interessante o suficiente para absorver e provocar questionamentos? Mas nada disso quer dizer que não se deva fazer crítica, ou que <em>Born to Die</em> não seja digno de nota. Quem somos nós para apoiar as várias opniões negativas que existem por aí?</p>
<p>A necessidade de prefaciar este review, vem do fato de esta artista que já foi comparado a muita coisa (em geral, coisas ruins) estar fazendo as pessoas se encherem de opniões malucas. Minha opinião é a de que tenho ouvido muito essas músicas.</p>
<p>Há, em certo nível de avaliação, a questão do sexismo. Obviamente, um dos aspectos mais preocupantes de Lana para muitos é que ela não é o modelo de mulher atual. Faz referências à uma Lolita e &#8220;meninas más&#8221; ambiciosas, considera o dinheiro a razão de toda a vida, em vez do mal, e se atreve a chamar de uma canção sobre isso de <em>This Is What Makes Us Girls</em>. A questão é que ela <strong>é</strong> uma menina, o que valida sua direito de rotular qualquer fantasia que seja ou que tenha. É uma licença limitada, desaconselhável, alçada à moda antiga, talvez ruim para a nova <em>vibe libertária</em> das mulheres? Sim. Mas o rock &#8216;n&#8217; roll forçando suas fantasias de dominação masculina sobre groupies manipuladas, grupos pré-fabricados e casos tristes como Tina Turner ou Spector Ronnie são coisas realmente piores (horríveis), para não mencionar a cultura do estupro que tem sido sempre propagada no rap e no metal.</p>
<p>Pode sea alarmante que uma mulher de vozes submissa fantasia que está no controle, e não piscar no tratamento de habitantes do sexo feminino de Rick Ross e pull triste Drake gravitacional é a dissonância cognitiva. Se sentir desconfortável com fantasias que  não se entende é uma coisa; desconforto a um consenso de massa é um duplo padrão que parece não ser pensado. A auto-reificação de Del Rey se mostra claro quando ela coloca as pessoas num monte de lixo descartável, enquanto Ke$ha (<em>I just can’t date a dude with a vag</em>) e Katy Perry (<em>Let me see that peacock!</em>) tentam nivelar o campo de jogo através das conquistas dos homens . O que Del Rey, Katy Perry e Ke$ha têm em comum? Não são muito críticas no que diz respeito ao feminismo e ao ser feminino.</p>
<p>Enquanto vasculhamos o sentido de se cantar &#8220;<em>I’ve got that summertime/ Summertime sadness</em>&#8221; parece que não há necessidade de se aprofundar muito. Desligue o modem e entenda que esse pop de especialistas continurá a existir em um mundo que não vai mudar. Mas se fechar deste mundo é negar a força dessas músicas fáceis que desafiam o bom-senso. Mas todas as personas devem ter seus momentos. Lana del Rey é apenas mais uma.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/02/26/lana-del-rey-born-to-die/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Assista ao novo vídeo do Air: Parade</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/01/31/assista-ao-novo-video-do-air-parade/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/01/31/assista-ao-novo-video-do-air-parade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 04:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Air]]></category>
		<category><![CDATA[electro-pop]]></category>
		<category><![CDATA[Le Voyage Dans La Lune]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo Clipe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=11054</guid>
		<description><![CDATA[A dupla francesa de eletro-pop Air, tem divulgado novidades sobre o próximo álbum desde novembro de 2011. Sabe-se que o sétimo LP de estúdo é chamado Le Voyage Dans La Lune e será lançado em 7 de fevereiro. Sabe-se também ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-11059" title="air_lune" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/air_lune.jpg" alt="" width="190" height="190" />A dupla francesa de eletro-pop Air, tem divulgado novidades sobre o próximo álbum desde novembro de 2011. Sabe-se que o sétimo LP de estúdo é chamado <em>Le Voyage Dans La Lune</em> e será lançado em 7 de fevereiro. Sabe-se também que o grupo foi escolhido para compor uma nova trilha para o remake do filme mudo de Georges Méliès de 1902 do mesmo nome e que o projeto é o primeiro álbum de estúdio da dupla desde 2009.</p>
<p>Como anunciado anteriormente, <em>Le Voyage Dans La Lune</em> apresenta a canntora de Beach House e tecladista Victoria Legrand na faixa <em>Seven Stars</em>. Agora, é possível ver o vídeo de outa música, Parade, que mostra cenas de <em>Excursion To The Moon</em>, interpretação de Segundo de Chomón de 1908 do filme de Méliès.</p>
<p>Veja o vídeo.</p>
	<video id="wp_mep_1" controls="controls" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/Air-Parade.flv" width="620" height="380" poster="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/parade_video.jpg" preload="none" class="mejs-player " data-mejsoptions='{"features":["playpause","current","progress","duration","volume","tracks","fullscreen"]}'>
		
		<object width="620" height="380" type="application/x-shockwave-flash" data="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/media-element-html5-video-and-audio-player/mediaelement/flashmediaelement.swf">
			<param name="movie" value="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/media-element-html5-video-and-audio-player/mediaelement/flashmediaelement.swf" />
			<param name="flashvars" value="controls=true&amp;file=http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/Air-Parade.flv" />			
		</object>		
	</video>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/01/31/assista-ao-novo-video-do-air-parade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/Air-Parade.flv" length="16717797" type="video/x-flv" />
		</item>
		<item>
		<title>Wilco faz videoclipe com Popeye</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2012/01/26/wilco-faz-videoclipe-com-popeye/</link>
		<comments>http://cubo3.com.br/2012/01/26/wilco-faz-videoclipe-com-popeye/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 01:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[Popeye]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo Clipe]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Wilco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cubo3.com.br/?p=10980</guid>
		<description><![CDATA[O Wilco ressuscitou um personagem querido em seu novo clipe, Dawned on Me. Popeye estrela o vídeo, que tem ainda Olívia Palito, Brutus, Dudu e Gugu e toda a banda em versão animação. A ideia foi do diretor, Darren Romanelli, e ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10984" title="wilco_whole_love" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/wilco_whole_love.jpg" alt="" width="190" height="190" />O Wilco ressuscitou um personagem querido em seu novo clipe, <em>Dawned on Me</em>. Popeye estrela o vídeo, que tem ainda Olívia Palito, Brutus, Dudu e Gugu e toda a banda em versão animação. A ideia foi do diretor, Darren Romanelli, e a produtora que fazia o desenho originalmente, a King Features, participou da execução, produzindo o que parece ser a primeira animação de Popeye desde 1987. <em>Dawned on Me</em> integra <em>The Whole Love</em>, o trabalho mais recente do Wilco.</p>
<p>Veja o vídeo.</p>
<p>&nbsp;</p>
	<video id="wp_mep_2" controls="controls" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/Wilco_Popeye-DawnedOnMe.mp4" width="620" height="380" poster="http://www.cubo3.com.br/wp-content/uploads/wilco_trailer.jpg" preload="none" class="mejs-player " data-mejsoptions='{"features":["playpause","current","progress","duration","volume","tracks","fullscreen"]}'>
		
		<object width="620" height="380" type="application/x-shockwave-flash" data="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/media-element-html5-video-and-audio-player/mediaelement/flashmediaelement.swf">
			<param name="movie" value="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/media-element-html5-video-and-audio-player/mediaelement/flashmediaelement.swf" />
			<param name="flashvars" value="controls=true&amp;file=http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/Wilco_Popeye-DawnedOnMe.mp4" />			
		</object>		
	</video>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cubo3.com.br/2012/01/26/wilco-faz-videoclipe-com-popeye/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/Wilco_Popeye-DawnedOnMe.mp4" length="88548044" type="video/mp4" />
		</item>
	</channel>
</rss>

