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	<title>CUBO3 &#187; Literatura</title>
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	<description>Cultura para quebrar a cabeça</description>
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		<title>ANL divulga lista dos livros mais vendidos de 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 06:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ANL, Associação Nacional de Livrarias, divulgou hoje o Top 10 de livros mais vendidos em 2011: 1 – Ágape Autor: PADRE MARCELO ROSSI Editora: Globo Sinopse: Em seu livro Ágape, com prefácio de Gabriel Chalita, o sacerdote católico tece ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ANL, Associação Nacional de Livrarias, divulgou hoje o Top 10 de livros mais vendidos em 2011:</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-12080" title="agape_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/agape_capa.jpg" alt="" width="190" height="230" />1 – Ágape</strong></p>
<p><strong>Autor: </strong>PADRE MARCELO ROSSI<br />
<strong>Editora: </strong>Globo<br />
<strong>Sinopse:</strong> Em seu livro <strong>Ágape</strong>, com prefácio de Gabriel Chalita, o sacerdote católico tece suas reflexões sobre passagens do Evangelho de são João e convida o leitor a enveredar por inspiradas orações</p>
<p>Com sua abordagem de comunicação moderna, original e leve, padre Marcelo leva conforto espiritual e ensinamentos da Igreja Católica para milhões de brasileiros por meio de programas de rádio e TV. O estilo claro, direto e sereno que o transformou em fenômeno midiático está impregnado, agora, em <strong>Ágape</strong>, obra literária em que o autor apresenta trechos selecionados do Evangelho de são João e os reinterpreta à luz do significado do amor divino no mundo contemporâneo.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>2 – A Cabana</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-12081" title="cabana_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/cabana_capa.jpg" alt="" width="190" height="271" /><strong>Editora: </strong>Sextante<br />
<strong>Autor: </strong>WILLIAM P. YOUNG<br />
<strong>Sinopse:</strong>Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, <strong>A Cabana</strong> se revelou um desses livros raros que, através do entusiasmo e da indicação dos leitores, se tornou um fenômeno de público &#8211; mais de dois milhões de exemplares vendidos &#8211; e de imprensa.<br />
Durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada.<br />
Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.<br />
Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.<br />
Em um mundo tão cruel e injusto, o romance levanta um questionamento atemporal: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?<br />
As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar sua vida de forma tão profunda quanto transformou a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>3 – Querido John</strong><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-12083" title="john_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/john_capa.jpg" alt="" width="190" height="273" />Autor: </strong>NICHOLAS SPARKS<em></em><strong><br />
Editora: </strong>Novo Conceito<strong><br />
</strong><strong>Sinopse:</strong><em> Querido John</em> narra a história de um jovem soldado americano, John, que se apaixona por Savannah uma estudante conservadora. Quando Savannah Lynn Curtis entra em sua vida, John Tyree sabe que está pronto para começar de novo. Ele, um jovem rebelde, se alista no exército logo após terminar a escola, sem saber o que faria de sua vida. Então, durante sua licença, ele conhece Savannah, a garota de seus sonhos.</p>
<p>A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah jure esperá-lo concluir seus deveres militares. Mas ninguém pôde prever que os atentados de 11 de Setembro pudessem mudar o mundo todo. E como muitos homens e mulheres corajosos,John deveria escolher entre seu amor por Savannah e seu país. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, John descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>4 – Steve Jobs</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-12099" title="steve_jobs_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/steve_jobs_capa.jpg" alt="" width="190" height="288" />Autor:</strong> WALTER ISAACSON<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=ISAACSON,+WALTER&amp;modo_busca=A"><br />
</a><strong>Editora:</strong> Companhia das Letras<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=ISAACSON,+WALTER&amp;modo_busca=A"><br />
</a><strong>Sinopse:</strong>Este livro, baseado em mais de quarenta entrevistas com Steve Jobs &#8211; e entrevistas com familiares, amigos, colegas, adversários e concorrentes -, narra a vida deste empresário, cuja paixão pela perfeição e cuja energia contribuíram para seis indústrias &#8211; a computação pessoal, o cinema de animação, a música, a telefonia celular, a computação em tablet e a edição digital.</p>
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<p><strong>5 – Porque os homens amam as mulheres poderosas</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-12095" title="homens_mulheres_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/homens_mulheres_capa.jpg" alt="" width="190" height="275" />Autor:</strong>  SHERRY ARGOV<strong><br />
Editora:</strong> SEXTANTE<br />
<strong>Sinopse:</strong> Sherry Argov com este manual pretende explicar por que os homens amam as mulheres poderosas. A partir de entrevistas, a autora descobriu as principais atitudes que diferenciam as mulheres boazinhas das poderosas e as reuniu neste livro. Com histórias e exemplos práticos, a autora procura ensinar o que a leitora precisa saber para deixar os homens aos seus pés.</p>
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<p><strong>6 – Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-12091" title="guia_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/guia_capa.jpg" alt="" width="190" height="270" />Autor:</strong> LEANDRO<strong></strong> NARLOCH<strong><br />
Editora:</strong> LEYA BRASIL</p>
<p>Considerando que existe um esquema repetido para contar a história do Brasil, o autor propõe rever alguns conceitos sobre o tema como, por exemplo, o ideal do bom selvagem e o massacre da Guerra do Paraguai. A obra está dividida em nove capítulos &#8211; Índios, Negros, Escritores, Samba, Guerra do Paraguai, Aleijadinho, Acre, Santos Dumont e Comunistas.</p>
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<p><strong>7 – O Pequeno Príncipe</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-12084" title="petit_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/petit_capa.jpg" alt="" width="190" height="253" />Autor:</strong>  ANTOINE DE SAINT-EXUPERY<strong><br />
Editora:</strong> Agir</p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Por meio de uma narrativa poética, o livro busca apresentar uma visão diferente de mundo, levando o leitor a mergulhar no próprio inconsciente, reencontrando sua criança.</p>
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<p><strong>8 – As Esganadas</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-12094" title="esganadas_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/esganadas_capa.jpg" alt="" width="190" height="284" /><strong>Autor:</strong> Jô Soares<br />
<strong>Editora:</strong> Companhia das Letras<br />
<strong>Ano:</strong> 2011<br />
<strong>Sinopse:</strong> Como ator e comediante, o Jô é um grande fazedor de tipos. Sabe como poucos construir um personagem defini-lo como um detalhe e dar-lhe vida com graça e inteligência. Como autor, essa sua maestria se expande: os tipos são posto no mundo e, mais do que no mundo, numa trama &#8211; e o seu criador se solta. Toda a ficção do Jô é feita de grandes personagens envolvidos em grandes tramas. Os tipos e as tramas deste livro são especialmente engenhosos e através deles o autor nos dá um retrato saboroso do Rio de Janeiro no fim dos anos 30 e começo do Estado Novo &#8211; O Rio das vedetes que devam e dos políticos que tomavam, das estrelas do rádio e das corridas de &#8220;baratinhas&#8221;. E, nesse mundo em ebulição, chega uma figura portuguesa, saída do poema de Fernando Pessoa, para elucidar o estranho e terrível casa das gordas desaparecidas &#8230;</p>
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<p><strong>9 – Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-12089" title="cury_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/cury_capa.jpg" alt="" width="190" height="285" />Autor:</strong>  AUGUSTO CURY<strong><br />
Editora:</strong> ACADEMIA DE INT.</p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Este livro pretende apresentar diversos tipos de mulheres &#8211; as observadoras, as analíticas, as mulheres casulos, dentre outras, buscando trazer o lado positivo e negativo de cada comportamento. Cury aborda também outros temas do universo feminino, tais como a ditadura do ciúme, a generalização da crítica, o excesso de trabalho, o medo da perda. Ao final de cada capítulo o autor apresenta frases-conselhos destinada aos homens, para ajudá-los a refletir sobre as mulheres de sua vida.</p>
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<p><strong>10 – Diário de um banana<br />
<img class="alignleft size-full wp-image-12085" title="banana_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/banana_capa.jpg" alt="" width="190" height="289" />Editora: </strong>Vergara &amp; Riba<strong><br />
Autor: </strong>JEFF KINNEY</p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Não é fácil ser criança. E ninguém sabe disso melhor do que Greg Heffley, que se vê mergulhado no ensino fundamental, onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam. Como Greg diz em seu diário: &#8221; Só não espere que eu seja todo ´Querido diário´ isso, ´Querido diário´ aquilo.&#8221; Para nossa sorte, o que Greg Heffley diz que fará e o que ele realmente faz são duas coisas bem diferentes.</p>
<p>No primeiro livro da coleção, o autor e ilustrador Jeff Kinney nos apresenta um herói improvável e encantador. Um garoto comum às voltas com os desafios da puberdade.</p>
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		<title>FLIP 10 anuncia sua programação</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 04:26:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 10ª edição da Festa Literária de Paraty, que ocorrerá este ano dos dias 4 a 8 de julho, anunciou sua programação especial. Com homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade, a lista conta com o músico Lenine na abertura ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-12066" title="flip_p" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/flip_p.jpg" alt="" width="190" height="282" />A 10ª edição da Festa Literária de Paraty, que ocorrerá este ano dos dias 4 a 8 de julho, anunciou sua programação especial. Com homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade, a lista conta com o músico Lenine na abertura e grandes nomes como Carpinejar, Luis Fernando Veríssimo, Enrique Vila-Matas, Ian McEwan, Amardo Freitas Filho e os cartunistas Laerte e Angeli.</p>
<p>Os ingressos começarão a ser vendidos na primeira semana de junho, no Tickets for fun, e custam de R$ 10,00 a R$ 40,00 .</p>
<p><strong>Veja a programação completa: </strong></p>
<p><strong><strong>Quarta-feira, 4 de julho </strong></strong></p>
<p><strong>19h –</strong> Abertura com Luis Fernando Veríssimo e Antonio Cicero e Silviano Santiago, uma sessão dupla abre a décima edição da Flip. Em comemoração aos dez anos do evento, Luis Fernando Verissimo começa a noite falando sobre o valor da literatura, razão de ser da festa. Silviano Santiago e Antonio Cicero fazem em seguida a conferência sobre o autor homenageado da Flip 2012, Carlos Drummond de Andrade, cujo nascimento completa 110 anos em outubro. Do panorama da relação de Drummond com o século XX à leitura detalhada de um de seus poemas, Santiago e Cicero descrevem os traços fundamentais da obra de um dos maiores escritores brasileiros.</p>
<p><strong>21h –</strong> Ciranda de Tarituba, Lenine. Vencedor de cinco prêmios do Grammy Latino, o recifense Lenine é a atração principal do show de abertura da Flip 2012. O músico apresenta o show de sua turnê “Chão”, em que toca as músicas de seu novo trabalho e revisita grandes sucessos de sua carreira. Antes da apresentação de Lenine, as festas tradicionais de Paraty serão representadas na abertura da décima Flip pela Ciranda de Tarituba, fundada em 1975 e dedicada aos ritmos e danças da região.</p>
<div><strong>Quinta-feira, 5 de julho </strong></div>
<p><strong>10h - </strong> Altair Martins, André de Leones, Carlos de Brito e Mello  e mediação João Cezar de Castro Rocha: Três dos mais elogiados jovens escritores brasileiros se reúnem para conversar sobre uma questão comum a eles (e a todos nós). A morte que atravessa os livros de André de Leones, Altair Martins e Carlos de Brito e Mello não é, no entanto, apenas o fato impessoal e difuso à espreita de qualquer um. Pelo contrário, a consciência do fim é algo que se impõe a cada um, como destino individual e inevitável. Daí que escape a clichês fúnebres para se tornar inesperadamente uma força criativa – razão de questionamento existencial e motivo da própria escrita.</p>
<div>
<p><strong>11h45 -</strong> A leitura no espaço público: Silvia Castrillon e Alexandre Pimentel com mediação de Écio Salles: A Associação Casa Azul, realizadora da Flip, vê a cultura como uma poderosa ferramenta para mudanças profundas no modo como a população faz uso dos espaços urbanos. Por isso, desde 2009, a Flip promove um evento especial para discutir a cidade e suas políticas públicas: a Mesa Zé Kleber, assim batizada em homenagem a uma das mais importantes personalidades de Paraty, que viveu entre 1932 e 1989. Poeta, músico e importante ativista, Zé Kleber sabia como ninguém valorizar as tradições locais e conectá-las com as influências que vinham de fora. Nesta edição comemorativa de 10 anos da Flip, a Mesa Zé Kleber abordará um dos projetos socioeducacionais mais inovadores e celebrados: as bibliotecas-parque da Colômbia. Trata-se de um amplo instrumento de difusão de conhecimento, valorização das identidades locais e inclusão social, cujos resultados são notórios. Além disso, ao proporem a criação de um novo ambiente em áreas desprovidas de investimentos públicos, as bibliotecas-parque cumprem a função igualmente importante de melhorar a estrutura urbana dos locais onde são instaladas.</p>
<p>Para discutir o trinômio políticas públicas, cultura e território, receberemos a bibliotecária e educadora colombiana Silvia Castrillón, cujo trabalho foi fundamental na implantação do sistema nacional de bibliotecas públicas em seu país. Ao seu lado, estará Alexandre Pimentel, diretor da Biblioteca Parque de Manguinhos, na Baixada Fluminense, projeto inaugural de bibliotecas nacionais que têm o modelo colombiano como referência.</p>
</div>
<div id="attachment_12069" class="wp-caption alignleft" style="width: 200px"><img class="size-full wp-image-12069" title="enrique" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/enrique.jpg" alt="" width="190" height="255" /><p class="wp-caption-text">Enrique Vila Matas</p></div>
<p>1<strong>5h -</strong> Apenas literatura: Enrique Vila Matas e Alejandro Zambra com mediação de Paulo Roberto Pires: Se tentarmos pensar o que a literatura tem de mais próprio, descontadas as funções educativas ou sociológicas que por vezes lhe atribuem, o que sobra como justificativa do ato às vezes compulsivo de escrita ou leitura? É sobre esse estranho “resto” que conversam o chileno Alejandro Zambra e o catalão Enrique Vila-Matas. Nos livros desses dois escritores, a literatura se dobra sobre si mesma, mas, ao invés de isolar-se, afirma por meio desse movimento reflexivo uma forma peculiar de abertura e hibridismo.</p>
<div><strong>17h15 -</strong> Ficção e história: Javier Cercas e Juan Gabriel Vásquez com mediação de Ángel Gurría-Quintana: Ao se voltarem para episódios violentos do passado de seus países, os livros do espanhol Javier Cercas e do colombiano Juan Gabriel Vásquez lançam também uma interrogação crítica ao presente. A história não é aí algo encerrado, que o escritor se limita a registrar num balanço final, mas uma narrativa incompleta da qual a escrita toma parte justamente para mantê-la em aberto. A possibilidade renovada de se contar outra história invalida a uniformidade dos relatos habituais e impõe a tarefa de reavaliação do momento atual.</div>
<div></div>
<div><strong>19h30 -</strong> Autoritarismo, passado e presente: Luiz Eduardo Soares e Fernando Gabeira com mediação de Zuenir Ventura: Processos do Ministério Público contra agentes do Estado acusados de tortura e a criação de uma Comissão da Verdade para investigar crimes e desaparecimentos ocorridos durante a ditadura fizeram com que a sociedade brasileira voltasse a discutir de maneira acirrada um passado que para muitos teria sido oficialmente superado com a promulgação da Lei da Anistia e a redemocratização. O autoritarismo em nosso país, no entanto, não começa em 1964 nem termina em 1985. Luiz Eduardo Soares e Fernando Gabeira discutem nossa tradição autoritária e o modo como ela se manifesta no presente.</div>
<p><strong>Sexta-feira, 6 de julho</strong></p>
<p><strong>10h -</strong> Drummond – o poeta moderno: com Antonio C. Secchin e Alcides Villaça e mediação de Flávio Moura : Antes mesmo de sua estreia em livro com Alguma poesia (1930), Carlos Drummond de Andrade é reconhecido e se afirma como um poeta moderno em artigos e poemas publicados em jornais e revistas. Como demonstra, no entanto, sua correspondência com Mário de Andrade, essa modernidade não implica uma adesão irrestrita ao ideário modernista. O que significa, então, ser moderno para Drummond? Alcides Villaça e Antonio Carlos Secchin discutem essa questão abordando tanto os livros mais famosos do poeta quanto escritos praticamente desconhecidos de seus anos de formação.</p>
<div><strong>12h - </strong>O mundo de Shakespeare: com Stephen Greenblatt e James Shapiro e mediação de Cassiano Elek Machado: Dois dos maiores estudiosos da obra de William Shakespeare mostram como a obra do escritor inglês ultrapassa o falso dilema entre particularidade histórica e universalidade literária. Nesta conversa sobre as criações de Shakespeare e os mitos que continuam a cercar sua figura, Stephen Greenblatt e James Shapiro discutem como as peças e poesias do autor se vinculam profundamente com as circunstâncias em que foram escritas, ao mesmo tempo que, ainda hoje, continuam a atrair novas leituras, adaptações e controvérsias.</div>
<div>
<div>
<p><strong>15h - </strong>Exílio e flânerie: com Teju Cole e Paloma Vidal e mediação de João Paulo Cuenca: A errância é a figura comum que aproxima as obras de Teju Cole e Paloma Vidal, dois jovens e celebrados autores. Nas caminhadas de personagens à deriva, ou nos desvios digressivos da escrita, Cole e Vidal atualizam e dão novo sentido à relação entre experiência, memória e deslocamento. Se no começo do século XX o flâneur era o tipo moderno por excelência, circulando pelos novos espaços urbanos, os livros de Cole e Vidal sugerem que em nossa época o movimento dos seres humanos entre países e continentes produz outro tipo de olhar, ligado ao êxodo e ao exílio.</p>
<div></div>
<div><strong>17h15 –</strong> Literatura e liberdade: com Adonis e Amin Maalouf e mediação de Alexandra Lucas Coelho: Uma perspectiva moderna e humanista caracteriza o trabalho do sírio Adonis e do libanês Amin Maalouf como escritores e intelectuais. Em ensaios, poemas, estudos históricos ou livros de ficção, esses dois grandes escritores constroem o novo a partir de um olhar original sobre a tradição, em oposição direta ao fundamentalismo que, nas últimas décadas, tem marcado a vida política e cultural de muitos países do mundo árabe. Eles conversam sobre os pontos em comum de suas trajetórias, ambas marcadas pelos conflitos da região, e avaliam as promessas e os riscos do momento atual.</div>
</div>
<div></div>
<div>
<div><strong>19h30 -</strong> Encontro com Jonathan Franzen e mediação de Ángel Gurría-Quintana: Uma conversa com o escritor norte-americano que tem sido reconhecido como um dos mais incisivos intérpretes dos dilemas da sociedade atual. Autor de ensaios e ficções que colocam com insistência a questão da relevância da escrita e da criação literária no mundo de hoje, Franzen discute sua obra e a repercussão singular de seus livros e ideias no panorama da cultura contemporânea.</div>
<div></div>
<div><strong>Sábado, 7 de julho </strong></div>
<div></div>
<div><strong>10h - </strong>Cidade e democracia com Richard Sennett e Roberto DaMatta e mediação de Guilherme Wisnik: Ao mesmo tempo que mostram o potencial de mobilização dos meios digitais, protestos recentes no mundo árabe e nos países europeus reafirmam a força da rua (e da praça) como palco de manifestação da vontade popular. O espaço urbano pode ser um local de encontro e convivência das diferenças, mas também a expressão mais visível da desigualdade social. A partir dessa contradição, dois dos principais cientistas sociais de nosso tempo, o norte-americano Richard Sennett e o brasileiro Roberto DaMatta, discutem o papel das cidades na vida democrática contemporânea.</div>
<div></div>
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<div id="attachment_12073" class="wp-caption alignleft" style="width: 200px"><img class="size-full wp-image-12073" title="Ian McEwan" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/ian.jpg" alt="" width="190" height="223" /><p class="wp-caption-text">Ian McEwan</p></div>
<p><strong>12h –</strong> Pelos olhos do outro com Ian McEwan e Jennifer Egan, mediação de Arthur Dapieve: Contra a ideia da imaginação como escapismo, é possível considerá-la uma faculdade que nos permite avaliar e compreender o mundo. Ao explorarem diferentes maneiras de apreender a realidade, por meio do mergulho na consciência de seus personagens, os livros de Ian McEwan e Jennifer Egan revelam que imaginar pode ser um ato de humanização. Ver pelos olhos do outro implica um duplo movimento, de distanciamento da perspectiva individual e tentativa de aproximação do alheio. Mas, em vez de um solo comum, esse esforço pode expor também diferenças inconciliáveis.</p>
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</div>
<div></div>
<div><strong>15h -</strong> Em família com Zuenir Ventura, Dulce Maria Cardoso e João Anzanello Carrascoza, mediação de João Cezar de Castro Rocha: Das tragédias gregas aos romances de Tolstói e Thomas Mann, é longa a tradição literária do tema em torno do qual se reúnem a portuguesa Dulce Maria Cardoso e os brasileiros João Anzanello Carrascoza e Zuenir Ventura. Fechada sobre si mesma, ou permeada pelas tensões que moldam a realidade para além da porta de casa, a vida em família mobiliza afetos dos mais intensos. Mais do que a mera coincidência temática, os três autores reunidos aqui compartilham a sensibilidade para esse espectro de sentimentos elevados ao grau mais alto.</div>
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<div></div>
<div><strong>17h –</strong> O avesso da pátria com Zoé Valdés e Dany Laferrière, mediação de Alexandra Lucas Coelho: A formação de literaturas nacionais foi parte decisiva da constituição cultural dos países da América Latina, numa aproximação entre a escrita e a pátria que tem seu ápice no século XIX e se desdobra nos diferentes movimentos literários do continente ao longo do século XX. A cubana Zoé Valdés e o haitiano Dany Laferrière mostram que essa relação não perdeu sua atualidade, mas assume hoje novos sentidos. Em vez de participação no processo coletivo de construção nacional, a escrita se torna reação à violência e ao exílio, esforço individual de recuperação de um território perdido.</div>
<div></div>
<div><strong>19h30 -</strong> Encontro com J. M. G Le Clézio e mediação de Humberto Werneck: Viagens, memórias e mesmo o delírio conduzem os ensaios e as ficções do francês J.M.G. Le Clézio a uma interrogação vertiginosa sobre os fundamentos daquilo que damos por inevitável em nossas identidades individuais ou coletivas. O ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 2008 comenta sua trajetória e os eixos de sua ampla obra, em que a criação narrativa e a reflexão crítica se entrelaçam.</div>
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<div><strong>Domingo, 8 de julho </strong></div>
<div>
<p><strong>10h -</strong> Vidas em verso: Jackie Kay e Fabrício Carpinejar com mediação de João Paulo Cuenca:<br />
Nenhuma obra literária pode ser reduzida à biografia de seu autor, mas a criação se faz sempre a partir de um conjunto de leituras, observações e experiências que é inevitavelmente pessoal. Em poemas ou textos em prosa, a escocesa Jackie Kay e o brasileiro Fabrício Carpinejar exploram as ressonâncias entre vida e obra numa via de mão dupla. Ao mesmo tempo que evoca o vivido, o escrito se torna espaço de interrogação e invenção da própria persona do autor. Em vez de espelho da vida, o livro se torna assim mais um espaço no qual ela se cria.<strong></strong></p>
<p><strong>11h45</strong> <strong>–</strong> A imaginação engajada: Rubens Figueiredo e Francisco Dantas com mediação de João Cezar de Castro Rocha: Os livros de Francisco Dantas e Rubens Figueiredo, dois dos principais escritores brasileiros, mostram que a força crítica da literatura não depende da contenção do estilo nem da imaginação. É por meio da potência do texto, e não de uma adesão mimética ao real, que a obra de ambos estabelece sua relação com o mundo. Dos grandes centros urbanos ao interior rural, Figueiredo e Dantas se apropriam dos cenários habituais do imaginário nacional para desmanchar sua feição familiar, contrapondo aos generalismos do senso comum a concretude singular de suas histórias.<strong></strong></p>
<p><strong>14h30 -</strong> Drummond – o poeta presente: Armando Freitas Filho (em vídeo), Eucanaã Ferraz e Carlito Azevedo com mediação de Flávio Moura: Poucos autores parecem tão importantes para pensar o que se escreve hoje na poesia brasileira quanto Carlos Drummond de Andrade. Não é fácil, no entanto, precisar exatamente em que consiste essa importância e de que maneira ela se manifesta. Três poetas brasileiros exploram diferentes possibilidades de resposta a essa questão. Num depoimento em vídeo gravado por Walter Carvalho, Armando Freitas Filho fala de sua relação com Drummond, partindo de uma definição inesperada do poeta mineiro como um autor do Lado B. A mesa segue com uma discussão entre Eucanaã Ferraz e Carlito Azevedo.<strong></strong></p>
<p><strong>16h30 - </strong>Entre fronteiras: Gary Shteyngart e Hanif Kureishi com mediação de Ángel Gurría-Quintana : Deslizando habilmente entre os pontos de vista do nativo e do estrangeiro, o norte-americano (nascido na Rússia) Gary Shteyngart e o inglês (filho de pai paquistanês) Hanif Kureishi criaram algumas das mais brilhantes sátiras da ficção contemporânea. Na obra desses dois premiados escritores, a perspectiva de viés, que mesmo ao tomar parte dos acontecimentos é capaz de considerá-los de um ponto de vista ironicamente distanciado, torna-se uma forma de expor ao mesmo tempo as tensões do mundo atual e a histeria vazia dos discursos que habitualmente pretendem descrevê-las.</p>
<div>
<div><strong>18h30 -</strong> Livro de cabeceira com autores convidados da Flip 2012 leem e comentam trechos de seus livros favoritos.</div>
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</div>
</div>
</div>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Morre Maurice Sendak, autor de &#8216;Onde vivem os monstros&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 01:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outra lenda criativa se perdu com o falecimento do autor de Onde vivem os monstros,  Maurice Sendak neste dia (08/05). Ele tinha 83 anos. Sendak ilustrou mais de 100 livros e escreveu outros 20, mas sua grande obra-prima ilustrada nasceu em ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/monters_1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-11998" title="monters_1" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/monters_1.jpg" alt="" width="190" height="167" /></a>Outra lenda criativa se perdu com o falecimento do autor de Onde vivem os monstros,  Maurice Sendak neste dia (08/05). Ele tinha 83 anos. Sendak ilustrou mais de 100 livros e escreveu outros 20, mas sua grande obra-prima ilustrada nasceu em 1963 com Onde vivem os monstros,e seu personagem Max, que transformou Sendak em um dos mais famosos autores da literatura infantil de todos os tempos.</p>
<p>Um retrospectiva sobre o tarbalho de Maurice Sendak acontecei em 2009 com o lançamento da adaptação de Onde vivem os monstros para o cinema por Spike Jonze. O legado do autor foi devidamente reconhecido nos últimos anos e sua ausência será sentida por apreciadores da boa literatura, com suas conquistas sendo imortalizadas na lembrança tanto na literatura infantil quanto na memória dos adultos. Por muitos e muitos anos.</p>
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		<title>O Livro dentro do livro</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 02:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia Nery</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de gostar de livros e de ser uma leitora assídua, não costumo folhear e ler trechos dos títulos que vejo nas livrarias. Apenas dou uma olhada na capa, vejo a contracapa, leio rapidamente uma ou outra informação e relanceio ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-11890" title="livro_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/livro_capa.jpg" alt="" width="190" height="286" />Apesar de gostar de livros e de ser uma leitora assídua, não costumo folhear e ler trechos dos títulos que vejo nas livrarias. Apenas dou uma olhada na capa, vejo a contracapa, leio rapidamente uma ou outra informação e relanceio o seu interior.</p>
<p>Mas, quando vi <em>Livro, </em>do escritor português José Luís Peixoto, na prateleira de destaque de uma livraria, não resisti. Primeiro por causa do título – <em>Livro –, </em>depois pela curiosidade que ele encerrava. Sentei-me em um dos sofás dispostos na loja, abri o livro e comecei a ler as primeiras palavras. O que li – e vi –, a seguir, foi pura magia:</p>
<p><em>A mãe pousou o livro nas mãos do filho.</em></p>
<p><em>Que mistério. O rapaz não conseguia imaginar um propósito para o objeto que suportava. Pensou em cheirá-lo, mas a porta do quintal estava aberta, entrava luz, havia muita vida lá fora. O rapaz tinha seis anos, fugiu-lhe a atenção, distraiu-se, mas não se desinteressou pelo livro, apenas deixou de o interrogar enquanto objeto em si, começou a questioná-lo de maneira muito mais abstrata, enquanto intenção, enquanto sombra de um ato. A mãe disse o nome do filho:</em></p>
<p><em>Ilídio.</em></p>
<p>Me apaixonei de imediato e mais do que depressa adquiri <em>Livro.</em></p>
<p>O romance, publicado este ano pela Companhia das Letras, tem como pano de fundo a emigração portuguesa para a França nos anos de 1960, uma aventura em busca de melhores condições de vida. Mas trata também do tempo, do amor, da amizade, da saudade por meio da história de Ilídio, garoto de seis anos, sem pai conhecido e abandonado, ainda pequeno, pela mãe em uma aldeia do interior de Portugal. É um início triste, mas que vai ganhando contornos mais poéticos – e algumas vezes engraçados – no decorrer da trama.</p>
<p>Ao lado dele, surgem Josué, pedreiro simples que assume a guarda do menino quando a mãe vai embora; Adelaide, moça meiga e frágil, que se apaixona por Ilídio e é por ele correspondida; o amigo Cosme, companheiro de todas as horas; Galopim, o jovem rude, mas de coração enorme, que sofre os percalços da vida.</p>
<p>O livro do início da trama, dado pela mãe a Ilídio, irá percorrer a história toda, parando nas mãos de Adelaide, representando assim o amor deles. Nem quando ela é enviada a Paris pela velha tia com a qual vive, o livro deixa de ter sua função. Ilídio, claro, vai atrás, mas seus caminhos se desencontram e só voltam a se cruzar muitos anos depois, quando ela está prestes a se casar, separando-os ainda mais, até voltarem a se encontrar, por meio do livro, de Livro.</p>
<p>Esta é a primeira obra que leio de José Luís Peixoto, autor que estudou línguas e literaturas modernas (inglês e alemão) na Universidade Nova de Lisboa, e que em 2001 recebeu o Prêmio Literário José Saramago, com o romance <em>Nenhum olhar. </em>E, embora o livro tenha muitas expressões e palavras corriqueiras de Portugal – e talvez por isso mesmo – é um deleite que vale a pena conferir.</p>
<p>Leiau trecho de<em> Livro.</em> <iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/92314296/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-2dp2fj8e53awz1k0kt6u" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.65843179377014" scrolling="no" id="doc_77377" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Tempo. Esse implacável</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 05:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia Nery</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inspirada na genial obra de Marcel Proust, Em busca do tempo perdido, a escritora norte-americana Jennifer Egan escreveu um dos mais ecléticos livros que li: A visita cruel do tempo, título que vem arrebatando críticas e distinções, como o Tournament ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-11792" title="untitled" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/AvisitaCruelDoTempo-capa.jpg" alt="" width="190" height="273" />Inspirada na genial obra de Marcel Proust, <em>Em busca do tempo perdido</em>, a escritora norte-americana Jennifer Egan escreveu um dos mais ecléticos livros que li: <em>A visita cruel do tempo</em>, título que vem arrebatando críticas e distinções, como o Tournament of Books, competição mata-mata, criada em 2005 pela revista eletrônica americana The Morning News em parceria com a livraria independente Powell´s, de Portland, Oregon, e que originou a Copa de Literatura Brasileira.</p>
<p>Logo nas primeiras páginas do livro, publicado no Brasil pela Intrínseca, no início do ano, com tradução de Fernanda Abreu, a inspiração na monumental obra de Proust aparece em todo o seu esplendor, na seguinte citação:</p>
<blockquote><p>Alegam os poetas que, ao adentrar alguma casa ou algum jardim onde moramos quando jovens, reencontramos por um instante aquilo que já fomos. São peregrinações muito arriscadas, que produzem em igual medida sucessos e desilusões. Esses lugares fixos, contemporâneos de outros anos, é dentro de nós mesmos que mais convém encontrá-los.</p></blockquote>
<p>E o que se segue, no livro de Jennifer, é uma sucessão de contos contemporâneos, que cobre o período de 1979 a 2020, tendo o universo da música como ponto central e a implacável passagem do tempo e seus efeitos, quase sempre nefastos, em nós. Mas o que chama mais a atenção na obra é o estilo narrativo da autora e sua habilidade técnica em escrever ora na primeira, na terceira e ainda na segunda pessoa, o que é mais difícil, além de uma experiência ousada: uma apresentação de <em>PowerPoint</em> que, a princípio, parece sem nexo, mas que se torna pouco a pouco um recurso ágil, divertido e próprio para narrar parte da história do ponto de vista de uma menina de 12 anos.</p>
<p>Utilizando das várias técnicas narrativas, Jennifer constrói os capítulos, num total de 13, sendo um deles em forma de artigo jornalístico com notas de rodapé. Confesso que achei um pouco enfadonho, pois nunca fui muito adepta dessas notas que, embora sirvam para explicar e ampliar alguma informação, desviam a atenção e dificultam a retomada do texto.</p>
<p>Não é fácil tentar resumir a obra, constituída de histórias que se intercalam, nem sempre em ordem cronológica dos fatos, para mostrar o efeito do tempo, por vezes devastador, na vida das pessoas. Assim, o livro começa num determinado período da vida de Sascha, uma mulher de 36 anos, às voltas com a sua cleptomania e chateada por ter sido demitida do emprego, por seu chefe Bennie, depois de anos de trabalho. Num encontro com Alex, um homem mais jovem, ela rouba uma carteira, e tenta se livrar de seus problemas no divã do analista. Mais para frente sua trajetória será retomada, seja antes ou depois desse período.</p>
<p>No capítulo seguinte a história se abre com Bennie, o então patrão de Sascha, mas em um fase anterior ao desemprego da cleptomaníaca. À frente o tempo retrocede ainda mais para encontrarmos Bennie jovem, na época do colégio, com seus inseparáveis amigos Scotty, Rhea, Alice e Jocelyn, com os quais forma uma banda musical. Esses personagens serão também retomados mais para frente e assim sucessivamente.</p>
<p>Bennie, inspirado no seu mentor Lou, um produtor musical viciado em cocaína, se lança nesse universo, sendo responsável por lançar um grupo musical de sucesso, os Conduits, do qual o baterista Bosco, eletrizava a plateia. Mais para frente encontraremos um Bosco decaído, velho, gordo, tentando se reerguer. É dele uma das frases mais contundentes do livro, que trata exatamente dos estragos que o tempo faz:</p>
<blockquote><p>É essa a realidade, não é? Vinte anos depois, a sua beleza já foi para o lixo, especialmente quando arrancaram fora metade das suas entranhas. O tempo é cruel, não é? Não é assim que se diz?</p></blockquote>
<p>Algumas histórias são mais interessantes do que as outras, como a da assessora de imprensa, La Doll, que cai em desgraça. Primeiro a vislumbramos, brevemente em todo o seu esplendor, para depois encontrá-la simplesmente como Dolly, num capítulo todo seu, no qual conhecemos sua filha Lulu, de nove anos, e sua tentativa de retornar ao mercado numa arriscada empreitada para melhorar a imagem de um general implicado em genocídio.</p>
<p>Mas é, de fato, o capítulo feito com o recurso do PowerPoint que mais encanta. Nele, a menina Alison Blake, filha de Sascha, fala das pausas da música, uma fixação de seu irmão, e revela partes da história dos pais já retratados em outras épocas, em capítulos anteriores. Em dado momento, ela também parece ser atingida pela questão do tempo, quando revela seus medos:</p>
<blockquote><p>Do que eu sinto medo<br />
De que as placas de energia solar sejam uma máquina do tempo.<br />
De que eu seja um adulta voltando a este mesmo lugar depois de muitos anos.<br />
De que os meus pais estejam mortos e a nossa casa não seja mais nossa.<br />
De que ela seja uma ruína caindo aos pedaços sem ninguém dentro.<br />
Morarmos todos juntos nessa casa era uma delícia.<br />
Mesmo quando a gente brigava. Parecia que nunca ia terminar. Vou sentir saudades para sempre.</p></blockquote>
<p><em>A visita cruel do tempo</em>, de Jennifer Egan, que participará da Flip – Festa Literária Internacional de Paraty, de 4 a 8 de julho próximo, é um livro gostoso de se ler, no qual o leitor se identifica facilmente, sobretudo com relação à passagem do tempo, esse implacável tempo que chega irremediavelmente para todos nós.</p>
<p>Leia o primeiro capítulo de <em>A visita cruel do tempo</em>.<br />
<iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/89751190/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-1gl1q28kbtp6w9y2iqmp" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.695454545454545" scrolling="no" id="doc_28013" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Obras de Marcos Rey irão para o cinema</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 16:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor Marcos Rey, conhecido por suas obras publicadas na Coleção Vaga-lume da Editora Ática, vai ter duas de suas obras adaptadas para o cinema. O Mistério das Cinco Estrelas e Um cadáver ouve rádio serão produzidos pela RT Features mas ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-11697" title="cinco_estrelas" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/cinco_estrelas.jpg" alt="" width="190" height="300" />O escritor Marcos Rey, conhecido por suas obras publicadas na Coleção Vaga-lume da Editora Ática, vai ter duas de suas obras adaptadas para o cinema. <em>O Mistério das Cinco Estrelas e <em>Um cadáver ouve rádio </em></em>serão produzidos pela RT Features mas ainda não têm datas de lançamento.</p>
<p>Ambas as histórias são voltadas ao público infanto-juvenil e falam sobre o personagen Léo e suas aventuras para desvendar grandes assassinatos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As comemorações de Gabito</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 02:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia Nery</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é um ano especial para o escritor colombiano Gabriel García Márquez, um dos maiores autores latino-americanos do último século, quiçá dos tempos. Em março, ele completou 85 anos de vida; em maio, sua obra mais aclamada, Cem anos de ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-11658" title="cem_anos_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/cem_anos_capa1.jpg" alt="" width="190" height="279" />Este é um ano especial para o escritor colombiano Gabriel García Márquez, um dos maiores autores latino-americanos do último século, quiçá dos tempos. Em março, ele completou 85 anos de vida; em maio, sua obra mais aclamada, <em>Cem anos de solidão</em>, comemora 45 anos da primeira publicação; no final de 2012 serão festejados os 30 anos do Nobel de Literatura, prêmio que recebeu em 1982; e o ano marca também os 60 anos da publicação do seu primeiro conto.</p>
<p>Embora recluso já um bom tempo no México e sem publicar desde 2004, quando foi lançado seu último romance, <em>Memórias de minhas putas tristes</em>, Márquez e sua obra ainda fascinam e povoam o imaginário literário de muitos fãs. Seu romance <em>Cem anos de solidão</em>, por exemplo, considerado uma das publicações mais importantes da literatura latino-americana, já foi lido por milhões de leitores ao longo dos 35 idiomas traduzidos.</p>
<p>A primeira edição foi publicada em Buenos Aires, na Argentina, em maio de 1967, pela editora Editorial Sudamericana, com uma tiragem inicial de 8.000 exemplares. Hoje, passados 45 anos, a obra terá um alcance ainda maior, com o lançamento, na internet, pela editora digital Leer (leer.es) em colaboração com a Ramdom House Mondadori, editora que possui os direitos autorais do título em papel.</p>
<p>A capa da versão digital promete mexer com a memória e o coração dos leitores apaixonados, uma vez que é a mesma da primeira edição em papel, que destacava um barco no meio de uma floresta. Com esse lançamento, mais pessoas terão acesso à obra, sobretudo a geração digital.</p>
<p>O livro, publicado no Brasil pela Editora Record, conta a história da família Buendia-Iguaran, fundadores da fictícia e remota Macondo, na América Latina. A primeira geração é formada por José Arcadio Buendía e Úrsula Iguarán. O casal teve três filhos: José Arcadio, Aureliano e Amaranta. A eles juntou-se Rebeca, enviada da antiga aldeia do casal, sem pai nem mãe.</p>
<p>A história gira em torno dessa geração, dos filhos, netos, bisnetos e trinetos, cujos nomes de batismo foram se repetindo com o passar do tempo. Todos foram acompanhados pela matriarca, Úrsula, que assim os definiu: “os José Arcadio são impulsivos, extrovertidos e trabalhadores, enquanto os Aurelianos são pacatos, estudiosos e muito fechados no seu próprio mundo”.</p>
<p>Li Cem Anos em 2009 e lembro que fiquei fascinada com a história e seu realismo fantástico, além do estilo narrativo do escritor. Eu me sentia parte da história, como uma autêntica Buendía, por isso, o personagem que mais me encantou foi José Arcadio, o pai, o patriarca de toda uma geração. A cena da sua morte é tocante:</p>
<blockquote><p> <em>&#8230;Uma noite, porém, duas semanas depois de o terem levado para a cama, Prudêncio Aguilar tocou-lhe o ombro num quarto intermediário, e ele ficou ali para sempre, pensando que era o quarto real. (&#8230;) Então entraram no quarto de José Arcádio Buendía, sacudiram-no com toda a força, gritaram-lhe ao ouvido, puseram um espelho diante das fossas nasais, mas não puderam despertá-lo</em></p></blockquote>
<p>Empreendedor e atuante, mas sobretudo sonhador, o personagem José Arcádio Buendía morre alheio a tudo, como um louco. A cena é forte e ficou na minha cabeça martelando. Pensei se os sonhadores tendem a solidão e a loucura. Ele vivia com muitas ideias na cabeça, se debruçava sobre cada uma delas, queria descobrir o porquê das coisas, esquecendo até mesmo da sua vida, da sua casa, da sua família, da sua mulher, dos seus filhos. Ficava trancado em um quartinho, arquitetando formas de facilitar a vida, atraído pelas novidades e pelas aparelhagens que os ciganos traziam à pequena cidade.</p>
<p>A mulher, Úrsula, personagem de muita fibra e coragem, era quem fincava os pés no chão e garantia a sobrevivência de todos. No entanto, Buendía ainda era capaz de se entregar a momentos de grande empreendedorismo, mas deixados de lado logo em seguida pelos seus incontáveis sonhos. Ele sonhava tanto que passados os anos começou a falar coisas sem nexo, a gritar, a agir estranhamente, como um louco, e acabou sendo amarrado ao pé de um castanheiro. Ali ficou, dias e noites, ano após ano, no sol e na chuva, no frio e no calor, até perto da sua morte.</p>
<p>No entanto, o destino de José Arcádio Buendia se assemelha ao de outros personagens que conheci nas histórias contadas por outros livros. De Miguel Cervantes, Dom <em>Quixote de La Mancha</em>, o cavaleiro da triste figura, perde o juízo e parte em busca da sua própria história na cavalaria, regressando depois amargurado, talvez porque “lúcido”. E o capitão Vitorino Carneiro da Cunha, personagem descrito por José Lins do Rego em <em>Fogo Morto</em>, livro que marcou minha adolescência e despertou em mim a paixão pelos livros.</p>
<p>Na trama, o capitão Vitorino é uma paródia de <em>Dom Quixote</em>, só que do sertão, um herói cômico, ironizado pelas crianças e pelos adultos, que também sonhava e idealizava um mundo melhor. Sua trajetória é marcada pelas esquisitices e, por isso, pela solidão.</p>
<p>Seja como for, José Arcádio Buendía, Dom Quixote, Capitão Vitorino e tantos outros personagens foram construídos dentro de um mundo ficcional, embora não menos real que o nosso. São sonhadores por excelência, vivem solitários nessa condição e tendem à loucura quando chegam ao fim da jornada. Mas sem eles, as histórias não teriam o menor fascínio e graça. Talvez por isso sejam mais dotados de razão do que aqueles personagens descritos como “normais”.</p>
<p><em>Cem anos de solidão</em> suscita muitos questionamentos e sentimentos, deixando sua história imersa nas nossas entranhas, como só uma grande obra é capaz de fazer. Mérito do seu criador, Gabito, que até o final deste ano deverá receber inúmeras homenagens. Nada mais justo.</p>
<p>Confira abaixo, um preview de <em>Cem anos de solidão</em>:<br />
<iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/87734457/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-1pbpkaregkiv45jf6lly" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="" scrolling="no" id="doc_24315" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Harry Potter chega às prateleiras online</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 03:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois da tristeza geral dos fãs pelo fim da saga Harry Potter, o site PotterMore, que estreiou um pouco atrasado por problemas no cronograma, anunciou todos os títulos da série em e-book. As versões eletrônicas estão apenas em inglês e ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-11614" title="potter_more" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/potter_more.jpg" alt="" width="190" height="143" />Depois da tristeza geral dos fãs pelo fim da saga Harry Potter, o site PotterMore, que estreiou um pouco atrasado por problemas no cronograma, anunciou todos os títulos da série em e-book. As versões eletrônicas estão apenas em inglês e custam, em média de US$ 7,99 aUS$ 9,99.</p>
<p>O site, que tem a promessa de ser um “<em>mundo virtual inspirado no inventado por J.K Rowling</em>”, fez uma parceria com a <em>Amazon, B&amp;N, Sony e Google </em>para poder disponibilizar os e-books em todas as plataformas. A Apple, que também costuma disponibilizar e-books para seus aparelhos, ainda não anunciou parceria com o site.</p>
<p>Também foram anunciados e-books em outras línguas, (francês, italiano, alemão e espanhol), que serão lançados apenas nas próximas semanas. Audio-books e outros idiomas também estão nos planos.</p>
<p><a href="http://www.pottermore.com" target="_blank">Clique aqui</a> para conhecer o site PotterMore.</p>
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		<title>Companhia das Letras anuncia novos selos e livros</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 21:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O editor da Companhia das Letras, Luiz Shwarcz, anunciou a criação de quatro novos selos da Companhia da Letras. Não é de hoje que as editoras têm criado novos braços para suas casas editoriais. A Companhia das Letras, que existe ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-11456 alignright" title="cia_letras" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/cia_letras.jpg" alt="" width="190" height="203" />O editor da Companhia das Letras, Luiz Shwarcz, anunciou a criação de quatro novos selos da Companhia da Letras.</p>
<p>Não é de hoje que as editoras têm criado novos braços para suas casas editoriais. A Companhia das Letras, que existe desde 1986,<em> “evoluiu muito (…) ao falar com um público mais amplo do que aquele que supostamente lia obras de literatura ou ensaio”</em>, nas palavras do próprio editor Luiz Shwarcz, e o crescimento está tão nítido que foram anunciados hoje a criação de mais quatro braços: <strong>Editora Paralela, Editora Seguinte, Portfolio Penguin e Boa Companhia.</strong></p>
<p>Heverá, então, um selo totalmente destinado ao público jovem, a <strong>Editora Seguinte</strong>, que a partir de setembro deste ano, será responsável por publicações de R.L. Stine, Kiera Cass, Richelle Mead e Lemony Snicket; enquanto isso a <strong>Portfolio Penguin </strong>ficará com política, economia e negócios, com títulos como ‘T<em>he Challenger Sale’</em>, de Matthew Dixon e Brent Adamson. A <strong>Boa Companhia</strong>, por sua vez, irá trazer a grande literatura, aquela boa companhia para os viciados em livros, se o nome permite o jogo de palavras. E, trazendo o entretenimento, vem a <strong>Editora Paralela </strong>com nomes como Karen Armstrong e Patrícia Cornwell.</p>
<p>No anúncio, feito no blog da editora, o editor falou sobre uma reestruturação editorial que será destinada a cada selo em específico e ainda citou alguns lançamentos programados para este ano.</p>
<p>Veja abaixo os logos, datas e lançamentos<strong>:</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-11467" title="paralela_logo" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/paralela_logo1.jpg" alt="" width="190" height="140" />Editora Paralela: </strong>a partir de abril/2012</p>
<ul>
<li><strong></strong><em>Scarpetta</em>, de Patricia Cornwell</li>
<li><em>12 passos para uma vida de compaixão</em>, de Karen Armstrong</li>
<li><em>A idade dos milagres</em>, de Karen Thompson-Walker</li>
<li><em>O livro de Julieta</em>, de Cristina Sáhcez Andrade</li>
<li><em>Sua vida em movimento</em>, de Márcio Atalla</li>
</ul>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-11468" title="boa-logo" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/boa-logo1.jpg" alt="" width="190" height="140" /></strong></p>
<p><strong>Editora Boa Companhia:</strong> a partir de setembro/2012</p>
<ul>
<li><em>Verso livre</em> (coletânea de poemas brasileiros)</li>
<li>O casamento da lua e outros contos de amor</li>
<li>No restaurante submarino e outros contos fantásticos</li>
<li>A linguagem dos animais e outras histórias de bichos</li>
</ul>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-11469" title="seguinte_logo" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/seguinte_logo1.jpg" alt="" width="190" height="140" />Editora Seguinte:</strong> a partir de setembro/2012</p>
<ul>
<li><em>É o primeiro dia de escola… </em><em>Sempre!</em>, de R.L. Stine</li>
<li><em>The Selection</em>, de Kiera Cass</li>
<li><em>Bloodlines</em>, de Richelle Mead</li>
<li><em>All the Wrong Questions</em>, de Lemony Snicket</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-11462" title="pp_logo" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/pp_logo.jpg" alt="" width="190" height="190" /></strong></p>
<p><strong>Editora Portfolio Penguin:</strong> a partir de março/2013</p>
<ul>
<li><em>A vida é uma cordilheira</em>, de Ping Fu</li>
<li><em>Todos os negócios são locais</em>, de John A. Quelch e Katherine E. Jocz</li>
<li><em>The Challenger Sale</em>, de Matthew Dixon e Brent Adamson</li>
</ul>
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		<title>Martins Fontes relança Arte como experiência</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 08:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cubo3</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte como experiência]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[John Dewey]]></category>
		<category><![CDATA[Martins Fontes]]></category>
		<category><![CDATA[Publicação]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Martins]]></category>

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		<description><![CDATA[A Editora Martins Fontes traz de volta às prateleiras brasileiras uma importante obra sobre teoria e filosofia da arte no século XX: Arte como experiência, de John Dewey. A obra foipublicada pela primeira vez em 1934, é o resultado de ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-11443 alignright" title="arte_experienca_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/arte_ex_capa.jpg" alt="" width="190" height="282" /></p>
<p>A Editora Martins Fontes traz de volta às prateleiras brasileiras uma importante obra sobre teoria e filosofia da arte no século XX: Arte como experiência, de John Dewey.</p>
<p>A obra foipublicada pela primeira vez em 1934, é o resultado de uma série de palestras semanais ministradas por John Dewey na Harvard University e, desde então, é considerado o trabalho mais renomado de um filósofo norte-americano a respeito da estrutura formal das artes e de seu impacto sobre o espectador, leitor ou ouvinte. Segundo Dewey, a experiência, essa negociação consciente entre o eu e o mundo, é uma característica irredutível da vida, e não há experiência mais intensa do que a arte.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11448" title="dewey, Jhon" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/dewey-Jhon.jpg" alt="" width="107" height="136" />John Dewey, (Estados Unidos, 1859–1952). Psicólogo, filósofo, educador, cientista político e social, doutorou-se em filosofa pela Johns Hopkins University em 1884. Lecionou nas universidades de Michigan, Minnesota, Chicago e Columbia, onde encerrou sua carreira docente. Ele próprio descreveria sua vida como a busca de “<em>uma ideia razoavelmente clara e distinta dos problemas subjacentes às dificuldades e aos males que experimentamos [...] na vida prática</em>”. Essa ideia também é a preocupação central do conceito filosófico de pragmatismo, que Dewey viria a desenvolver em diversas obras.</p>
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