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	<title>CUBO3 &#187; Deborah Magnani</title>
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	<description>Cultura para quebrar a cabeça</description>
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		<title>Monstro do Pântano</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 09:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Claro que Alan Moore é mais conhecido como criador de quadrinhos. Contudo, um de seus primeiros trabalhos para uma empresa norte-americana, a DC Comics era resgatar um personagem carente de popularidade e lhe dar uma nova roupagem. Monstro do Pântano ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10738" title="monstro_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/monstro_capa.jpg" alt="" width="190" height="292" />Claro que Alan Moore é mais conhecido como criador de quadrinhos. Contudo, um de seus primeiros trabalhos para uma empresa norte-americana, a DC Comics era resgatar um personagem carente de popularidade e lhe dar uma nova roupagem.</p>
<p><em>Monstro do Pântano </em>era sobre o fantasma de um homem que ao se recusar deixar para trás o mundo cria para si um corpo feito de plantas, através do qual ele podia andar por seu pântano e interagir com os humanos de seu passado. Na sua visão, Alan Moore exorcisa o fantasma, deixando a entidade com a plena consciência de que não é mais humano, e se tornou um monstro &#8211; nada mais que um vegatal que anda e tem consciência.</p>
<p>Moore e sua capacidade de produzir enredos e diálogos profundos traz o montsro do pântano para um novo pardigma sem comprometer a continuidade da série. Assim o leitor pode caminhar pela trilha do personagem de maneira privilegiada. O trabalho de arte também não deixa nada a desejar, com Steve Bissette e John Totleben criando uma visão clássica do pântano, mesmo com a tecnologia limitade de cores da época da primeira publicação.</p>
<p>Ler esta sequência de o Monstro do Pântano traz um boa sensação, algo que não se espera de um quadrinho de horror. Mas os personagens brilham, vivem e respiram, mesmo que transpirando suas personalidades perturbadas.</p>
<p>Para quem gosta de quadrinhos inteligentes e assutadores, Alan Moore promove um trabalho absolutamente prazeroso. Para os fãs do mago dos quadrinho, há aqui uma oportunidada para ver o mestre num dos seus melhores momentos.</p>
<p>Rating: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
<p>No Brasil, o Montro do Pântano de Alan Mooro foi publicado em volumes encadernados pelas editoras Brainstorm e Pixel Media.</p>
<p><iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/77827965/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-12rvmu8ly8nwd612790k" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.636836628511967" scrolling="no" id="doc_51767" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe><script type="text/javascript">(function() { var scribd = document.createElement("script"); scribd.type = "text/javascript"; scribd.async = true; scribd.src = "http://www.scribd.com/javascripts/embed_code/inject.js"; var s = document.getElementsByTagName("script")[0]; s.parentNode.insertBefore(scribd, s); })();</script></p>
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		<title>Arte é inútil porque&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 14:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No prefácio de O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde, está a infame, famosa e mal-compreendida frase, &#8220;Toda arte é inútil&#8221;. Quando a publicação original foi lançada em 1890, um fã curioso chamado Bernulf Clegg escreveu para Wilde e ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/cartas_cubicas_owilde.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-10828" title="cartas_cubicas_owilde" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/cartas_cubicas_owilde.jpg" alt="" width="190" height="203" /></a>No prefácio de <em>O Retrato de Dorian Gray</em> de Oscar Wilde, está a infame, famosa e mal-compreendida frase, <em>&#8220;Toda arte é inútil&#8221;</em>. Quando a publicação original foi lançada em 1890, um fã curioso chamado Bernulf Clegg escreveu para Wilde e pediu para que ele desenvolvesse a ideia; o que ele fez, através da carta que pode ser vista abaixo.</p>
<p>Seus argumentos são no mínimo, incômodos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-10832" title="oscar1" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/oscar1.png" alt="" width="620" height="840" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-10833" title="oscar2" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/oscar2.png" alt="" width="620" height="840" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-10834" title="oscar3" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/oscar3.png" alt="" width="620" height="840" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-10835" title="oscar4" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/oscar4.png" alt="" width="620" height="840" /></p>
<p><strong>Transcrição/Tradução</strong></p>
<blockquote><p>16, TITE STREET,<br />
CHELSEA. S.W.</p>
<p>Meu caro Senhor,</p>
<p>A Arte é inútil porque seu objetivo é simplesmente o de criar uma sensação. Não tem intensão de instruir, ou provocar uma ação de alguma forma. É sobrebamente estéril, e seu prazer está na esterilidade. Se a contemplação de um trabalho de arte for seguido por qualquer tipo de atividade, o trabalho é de segunda classe, ou o espectador falhou em reconhecer a completude da impressão artística.</p>
<p>Um  trabalho de arte é inútil, assim como uma flor é inútil. Uma flor floresce para sua própria alegria. E nós ganhamos um momento de alegria ao olhar para ela. Isso é tudo que se pode dizer sobre nossa relação com a flor. É claro que o homem pode vender a flor, e assim fazer um uso dela, mas isso não tem nada a ver com a flor. Não faz parte de sua essência. É acidental. É um mal uso. Temo que tudo isso seja muito obscuro. Mas o assunto é longo.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Oscar Wilde</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10825" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Pixar e a arte da tecnologia</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 10:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para a equipe da Pixar, a tecnologia é uma Arte com A maiúsculo. Os trabalhos deste estúdio de Emeryville, Califórnia, EUA, aceleraram a aceitação dos desenhos animados produzidos em computador pelas platéias não especializadas, ajudando assim a transformar a imagem ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10683" title="pixar_logo" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/pixar_logo.jpg" alt="" width="190" height="68" />Para a equipe da Pixar, a tecnologia é uma Arte com A maiúsculo. Os trabalhos deste estúdio de Emeryville, Califórnia, EUA, aceleraram a aceitação dos desenhos animados produzidos em computador pelas platéias não especializadas, ajudando assim a transformar a imagem da animação mundial.</p>
<p>O logotipo da empresa, presente na abertura de todos os seus filmes, evoca o primeiro sucesso de John Lasseter, chefe criativo da Pixar. As divertidas e sensíveis luminárias de <em>Luxo Jr.</em> jogaram luz a possibilidade de associar a computação gráfica a valores emocionais que, nos anos 1980, ainda pareciam ser um privilégio da animação tradicional. Desde então, brinquedos ciumentos, insetos desajustados, monstrinhos e pânico, peixes travessos, carros falantes, super famílias e outros incríveis personagens têm saltado dos HDs de Lasseter e companhia.</p>
<p>Lasseter, um ex-animador da Disney e da Lucasfilm, esteve no centro de toda a história da Pixar, desde sua criação, em 1984, pelo pai da Apple, Steve Jobs. Cada produção do estúdio é um novo desafio aos limites da animação 3D, no que se refere ao apuro de texturas e construção de personalidades palpáveis a partir de bits e pixels.  A Pixar desenvolveu um sistema de softwares exclusivos – como o Marionette, o Ringmaster e o RenderMan – que permite que as equipes obtenham resultados de ponta com grande economia de tempo.</p>
<p>Através de uma acordo filmado com a Disney em 1991, John Lassester dirigiu o pirmeiro longa-metragem a ser lançado inteiramente em animação computadorizada, o revolucionário Toy Story. Outros longas de enorme repercussão se seguiram, tornando a Pixar uma marca cada vez mais conhecida e respeitada.</p>
<p>Todos os principais filmes da Pixar produzidos até hoje foram feitos em colaboração com a Walt Disney Pictures; a Pixar cuida de todos os aspectos de produção enquanto a Disney cuida de todos os aspectos da distribuição. Em 1995, depois do lançamento de Toy Story, ambas as companhias assinaram um contrato de 10 anos ou 5 filmes na qual as duas companhias dividem os custos de produção e lucros — com a Disney recebendo 12.5% dos dividendos e os direitos dos filmes. O acordo foi muito lucrativo para ambas as empresas, já que os filmes da Pixar tem sido muito mais bem sucedidos que os filmes de animação da própria Disney. Os nove filmes de longa-metragem da Pixar arrecadaram mais de $ 4 bilhões, fazendo dela, filme a filme, a mais bem sucedida casa de filmes de todos os tempos. Contudo, o CEO da Disney, Michael Eisner, e Jobs não se entenderam. Por causa de discordâncias pessoais e profissionais, o filme <em>Carros</em> ficou determinado como o último da união das duas empresas.</p>
<p>As duas companhias tentaram um novo entendimento no começo de 2004. Para o novo acordo, a Pixar apenas queria pagar à Disney uma taxa de distribuição sem divisão de lucros ou direito de propriedade. Isso era inaceitável para a Disney, mas a Pixar recusou quaisquer concessões. A Pixar saiu em busca de uma nova empresa para distribuir seus filmes, e muitas outras firmas ficaram ávidas por um acerto. A Disney retém os direitos dos primeiros filmes e poderia fazer seqüências para eles, tanto que iniciou a produção de <em>Toy Story 3</em>, sem o envolvimento da Pixar. Porém, em Janeiro de 2006 as duas empresas finalmente chegaram a um acordo e a Disney comprou a Pixar (por US$ 7,4 bilhões). Stev Jobs tornou-se, assim, o maior acionista individual da Disney. Mas um detalhe que ainda há, é que a Pixar possui hoja a maior parte das ações entre a aliança Disney &amp; Pixar.</p>
<p>A Pixar pode ser considerada assim, a maior empresa de animação da atualidade. Título que se deve aos competentes executivos, mas principalmente à qualidade inegável de suas produções.</p>

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</div>


<p>Longas</p>
<ul>
<li>1995 &#8211; <em>Toy Story</em></li>
<li>1998 &#8211; <em>Vida de Inseto</em></li>
<li>1999 &#8211; <em>Toy Story 2</em></li>
<li>2001 &#8211; <em>Monstros, SA.</em></li>
<li>2003 &#8211; <em>Procurando Nemo</em></li>
<li>2004 &#8211; <em>Os Incríveis</em></li>
<li>2006 &#8211; <em>Carros</em></li>
<li>2007 &#8211; <em>Ratatouille</em></li>
<li>2008 &#8211; <em>Wall-E</em></li>
<li>2009 &#8211; <a href="http://cubo3.com.br/2009/09/12/up-e-a-pixar-consegue-outra-vez/"><em>Up &#8211; Altas Aventuras</em></a></li>
<li>2010 &#8211; <em>Toy Story 3</em></li>
<li>2011 -<em> Carros 2</em></li>
<li>2012 &#8211; <em>Valente</em></li>
</ul>
<h3>Curtas-metragens</h3>
<ul>
<li>1984 &#8211; <em>The Adventures of André &amp; Wally B.</em></li>
<li>1986 -<em> Luxo Jr.</em></li>
<li>1987 &#8211; <em>Red&#8217;s Dream</em></li>
<li>1988 &#8211; <em>Tin Toy</em></li>
<li>1989 &#8211; <em>Knick Knack</em></li>
<li>1997 &#8211; <em>Geri&#8217;s Game</em></li>
<li>2000 &#8211; <em>For the Birds</em></li>
<li>2002 &#8211; <em>Mike&#8217;s New Car</em></li>
<li>2004 &#8211; <em>Boundin&#8217;</em></li>
<li>2005 &#8211; <em>Jack-Jack Attack</em></li>
<li>2005 &#8211; <em>One Man Band</em></li>
<li>2006 &#8211; Mater and the Ghostlight</li>
<li>2006 &#8211; Lifted</li>
<li>2007 &#8211; Your Friend the Rat</li>
<li>2008 &#8211; Presto</li>
<li>2008 &#8211; BURN-E</li>
<li>2009 &#8211; Parcialmente Nublado</li>
<li>2009 &#8211; Dug&#8217;s Special Mission</li>
<li>2010 &#8211; Day and Night</li>
<li>2011 &#8211; Toy Story Toons: Hawaiian Vacation</li>
<li>2011 &#8211; Toy Story Toons: Small Fry</li>
</ul>
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		<title>Castelo de Areia</title>
		<link>http://cubo3.com.br/2011/12/29/castelo-de-areia/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 03:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Alaúde Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Frederik Peeters]]></category>
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		<category><![CDATA[Pierre Oscar Lévy]]></category>
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		<category><![CDATA[Quadrinho Europeu]]></category>
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		<category><![CDATA[Tordesilhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns conceitos e ficção-científica não precisam necessariamente explorar o futuro. Podem ser também usados como ferramenta de distorção da realidade, para observar a natureza humana sob circunstâncias extremas. Castelo de Areia é um ótimo exemplo disso, colocando 13 pessoas de ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-10605 alignright" title="castelo_areia_capa" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/castelo_areia_capa.jpg" alt="" width="190" height="268" />Alguns conceitos e ficção-científica não precisam necessariamente explorar o futuro. Podem ser também usados como ferramenta de distorção da realidade, para observar a natureza humana sob circunstâncias extremas. <em>Castelo de Areia</em> é um ótimo exemplo disso, colocando 13 pessoas de diferentes idades e compactando suas vidas no período de 24 horas. Ao visitarem uma praia isolada, eles se vêem num pesadelo real, em que o tempo passa tão rápido que as pessoas e envelhecem e morrem em horas, ao invés de anos.</p>
<p>A história gira em torno das ações desses 13 personagens enquanto eles tentam escapar ou simplesmente aceitar seus destinos fatais.  É possível testemunhar toda a extensão de uma existência, do nascimento, através da puberdade, idade adulta, até a morte. Ao mesmo tempo que lamentam aqueles que se vão, precisam encarar a própria mortalidade acelerada, e o mistério da praia na qual estão presos.</p>
<p><em>Castelo de Areia</em> é recheado de metáforas humanistas como a desconfiança proveniente do racismo e a tolerância e esperança nas gerações futuras. Há também o despertar sexual da puberdade e todas as possibilidades de uma nova vida que se inicia. O perturbador em tudo isso é ver tantos aspectos da vida tão bem colocados em um espaço de tempo tão curto.</p>
<p>A arte de Frederik Peeters se encaixa muito bem na história de Pierre Oscar Lévy. Suas caricaturas são um tanto gentis e possuem um bom equilíbrio entre o realismo e o cartum. O estilo do desenho dá humanidade aos personagens e suas situações, sem abstrair o horror por que passam. Suas expressões são emocionalmente ricas, deixando o leitor em dúvida sobre o que realmente passa por suas cabeças.</p>
<p>Esta é uma obra inteligente e bem executada, um belo e raro exemplo de como os quadrinhos de primeira linha devem se apresentar. Muitos mistérios ficam sem solução para que possa se chamara de uma experiência satisfatória. Mas a qualidade digna de aplauso compensa.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
<p>No Brasil, <em>Castelo de Areia</em> foi publicado pelo selo Tordesilhas da Alaúde Editorial.</p>
<p>Veja o <em>preview</em> da obra:<br />
<iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/76692371/content?start_page=1&#038;view_mode=list&#038;access_key=key-z9k8epkb74fhi1ha3hl" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.757125154894672" scrolling="no" id="doc_93065" width="100%" height="600" frameborder="0"></iframe><script type="text/javascript">(function() { var scribd = document.createElement("script"); scribd.type = "text/javascript"; scribd.async = true; scribd.src = "http://www.scribd.com/javascripts/embed_code/inject.js"; var s = document.getElementsByTagName("script")[0]; s.parentNode.insertBefore(scribd, s); })();</script></p>
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		<title>siseneG de Arthur C. Clark</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 17:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartas Cúbicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Nas Arestas]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur C. Clarke]]></category>
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		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[siseneG]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é necessariamente uma carta mas é quase; o suficiente para abrirmos a excessão. Esta incrível mini história foi enviada por Arthur C. Clark ao editor da revista de ficção científica Analog em março de 1984, junto com uma breve ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10540" title="cartas_cubicas_arthur_c_clark" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/cartas_cubicas_arthur_c_clark.jpg" alt="" width="190" height="203" /></p>
<p>Não é necessariamente uma carta mas é quase; o suficiente para abrirmos a excessão. Esta incrível mini história foi enviada por Arthur C. Clark ao editor da revista de ficção científica Analog em março de 1984, junto com uma breve nota. Cheio de humor e com apenas 31 palavras, o conto chamado <em>siseneG</em>  foi publicado pela revista em maio daquele mesmo ano.</p>
<p>Abaixo, reprodução dos documentos originais, e sua transcrição traduzida.<br />
<img class="size-full wp-image-10542 alignleft" title="siseneg1" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/siseneg1.jpg" alt="" width="620" height="794" /><br />
<img class="size-full wp-image-10543 alignleft" title="siseneg2" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/siseneg2.jpg" alt="" width="620" height="790" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Transcrição/Tradução</strong></p>
<blockquote><p>Este é o único conto que escrvie em uns dez anos.</p>
<p>Acredito que você vai concordar que não dá para ficar mais curto.</p>
<p>(Assinado, &#8216;Arthur C Clarke&#8217;)</p>
<p>21 Março 84</p>
<p>(Aparece na  Analog, ? 1984)</p>
<p>© Arthur C Clarke 1984</p></blockquote>
<p>A História</p>
<blockquote><p><strong>siseneG</strong><br />
de<br />
Arthur C Clarke</p>
<p>E Deus disse: DELETAR linhas Um até Aleph. CARREGAR. PROSSEGUIR.<br />
E o Universo deixou de existir.</p>
<p>Então ele ponderou por uns poucos eons, suspirou, e adicionou: APAGAR.<br />
O Universo nunca <span style="text-decoration: underline;">havia</span> existido.</p></blockquote>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10536" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>Avatar</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 01:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinemateca]]></category>

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		<title>Sua Garota, Frida</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 02:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Cartas Cúbicas]]></category>
		<category><![CDATA[Nas Arestas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diego Rivera]]></category>
		<category><![CDATA[Frida Kahlo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pequena nota foi escrita por Frida Kahlo num envelope de depósito &#8211; usado por Kahlo para guardar suas jóias durante uma internação médica &#8211; durante uma viagem à Nova York. Seu marido (pela segunda vez), Diego Rivera, estava pintando ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10403" title="frida_diego" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/frida_diego.jpg" alt="" width="190" height="203" />Uma pequena nota foi escrita por Frida Kahlo num envelope de depósito &#8211; usado por Kahlo para guardar suas jóias durante uma internação médica &#8211; durante uma viagem à Nova York. Seu marido (pela segunda vez), Diego Rivera, estava pintando um mural em São Francisco que hoje se encontra na universidade da cidade. Na época Diego tinha como assistente a amiga do casasl Emmy Lou&#8217; Packard. Atenção ao detalhe romântico da marca de batom no final do bilhete.</p>
<p>Leia abaixo a trancrição/tradução do bilhete.</p>
<p><img class="size-full wp-image-10406 alignleft" title="frida_note" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/frida_note.jpg" alt="" width="620" height="1391" /><br />
&nbsp;<br />
<blockquote>
<p>Diego, meu amor,</p>
<p>Lembre-se que quando terminar o mural vamos ficar juntos para sempre, sem discussões nem nada, apenas para nos amarmos muito. Comporte-se e faça tudo o que  Emmy Lou lhe disser.</p>
<p>Te adoro mais do que nunca. Sua garota, Frida.</p>
<p>(Escreva-me)</p></blockquote>
 <img src="http://cubo3.com.br/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=10401" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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		<title>GEN pés descalços</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Preview]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao desenhar suas próprias experiências em Hiroshima, quando a bomba atômica foi lançada e ele tinha sete anos, Keji Nakazawa consegue, gentil e persuasiavamente, usar a liguagem dos quadrinhos como meio de assegurar (ou pelo menos tentar) que tal atrocidade ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-9768" title="GEN-1" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/GEN-1.jpg" alt="" width="190" height="286" />Ao desenhar suas próprias experiências em Hiroshima, quando a bomba atômica foi lançada e ele tinha sete anos, Keji Nakazawa consegue, gentil e persuasiavamente, usar a liguagem dos quadrinhos como meio de assegurar (ou pelo menos tentar) que tal atrocidade jamais aconteça novamente. Seguindo o sucesso de sua tira inicial sobre Hiroshima chamada <em>Ore wa Mita (I Saw it </em>na publicação em inglês &#8211; em português algo como <em>Eu Vi</em>), <em>Gen, Pés Descalços (はだしのゲン <em>Hadashi no Gen</em>)</em> é um trabalho majestoso.</p>
<p>A história segue desde a apresentação da família de Gen com sua mãe lutando para controlar o racionamento famíliar nos tempos de guerra, até o início das reconstruções das vidas deavastadas pela queda da bomba. Os quatro volumes da obra (compilação ocidental dos dez volumes originais) constroem muito bem todos os personagens de modo que o leitor possa criar empatia e se emocionar com seus destinos.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-9769" title="Gen-2" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/Gen-2.jpg" alt="" width="190" height="284" />O traço de Nakazawa é simples e mostra de uma maneira direta tudo o que se quer mostrar, assim como o mundo real, assim como as pessoas reais. A história não demoniza nada nem ninguém.  Em vez disso, se concentra em apresentar o cotidiano de uma cidade durante a Segunda Guerra Mundial, explorando o estilo de vida japonês, e logo no início, dando ao leitor um referência da vida domestica das perspectivas de mundo do ponto de vista de uma criança. Estes pequenos e tocantes detalhes continuam a aparecer mesmo depois da queda da bomba, mesmo depois que somos chocados por tanta morte e destruição, mesmo depois de conhecermos personagens tão frios quanto a morte iminente que os aguarda. <em>Gen, Pés Descalços </em>é inabalável, mas em última análise é mais poderoso por seus raros momentos de humor é até bem comum como um relato de um dos maiores (e piores) eventos do século 20. <em></em></p>
<p><em></em><img class="alignright size-full wp-image-10390" title="gen3" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/gen3.jpg" alt="" width="190" height="283" />É estranho pensar que um sobrevivente de Hiroshima possa contar esta história de uma maneira alegre<em>, </em>mas dada a filtragem do olhar de uma criança de sete anaos, que nem sempre compreende tudo o que testemunha, este contentamento triunfa. Nakazawa faz uso do otimismo infantil (ou fé cega) em todas as situações, possibilitando que se foque nos detalhes, nas pequenas vitórias dos sobrevientes nos terríveis tempos pós-bomba. Mesmo que certos triunfos sejam passageiros e predecessores de momentos ainda mais difíceis. <em><br />
</em></p>
<p><em>Gen, Pés Descalços </em>lamenta os mortos, mas também celebra a vida através dos traços simples e delicados de Nakazawa e esperança indestrutível de seu protagonista.  Muito drama e muitos detalhes seriam um excesso. O estilo quase cartunesco dá um frescor ao assunto pesado e emocional e poupa a todos (mas sem ser menos emotivo) de detalhes que, francamente, são desnecesséarios pra mostrar o ponto crucial da atrocidade bélica.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
<p><em>Gen, Pés Descalços </em>foi publicado pela primeira vez no japão em 1973. Em 1983 e 1986 ganhou adaptações animadas e em 2007 uma adaptação <em>live action</em>. No Brasil foi publicado pela primeira vez entre 2000 e 2001 pela editora Conrad, que desde o início de 2011 vem republicando os volumes da obra.</p>
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		<title>Asterios Polyp</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 00:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Asterios Polyp]]></category>
		<category><![CDATA[David Mazzucchelli]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Preview]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos na Cia]]></category>
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		<description><![CDATA[Um arquiteto de meia-idade pode não parecer o personagem principal mais convencional no mundo dos quadrinhos, porém Asterios Polyp não é um quadrinho convencional. Apesar de parecer uma leitura densa com suas mais de 300 páginas, a história é muito ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10152" title="asterios_main" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/asterios_main.jpg" alt="" width="190" height="251" /></p>
<p>Um arquiteto de meia-idade pode não parecer o personagem principal mais convencional no mundo dos quadrinhos, porém <em>Asterios Polyp </em>não é um quadrinho convencional. Apesar de parecer uma leitura densa com suas mais de 300 páginas, a história é muito mais acessível do que parece em suas primeiras impressões.</p>
<p>Há muito que se levar em consideração a visão criativa de David Mazzucchelli, escritor veterano, ilustrador e professor. Mazzucchelli tem criado quadrinhos há décadas, até colaborando com Frank Miller nos melhores trabalhos do pai da Cidade do Pecado. Mas tudo isso muda com Asterios Polyp, que o coloca definitivamente no topo do ranking dos grandes romancistas gráficos.</p>
<p>A história se inicia com Polyp no auge de uma crise de meia-idade. Seu requintado apartamento em Nova York é atingido por um raio e se desintegra em chamas, deixando Polyp escapar apenas com sua carteira e um punhado de lembranças. É a oportunidade que ele tem para iniciar a próxima etapa de sua vida: arruma um emprego como mecânico em uma oficina de uma cidade pequena, aprendendo o ofício conforme trabalha.</p>
<p>Durante esse desenvolvimento, a história de Polyp é revelada ao leitor, flutuando pela narrativa principal, utilizando artifícios visuais para mostrar a variação cronológica. Descobre-se que ele tinha uma irmão gêmeo que não sobreviveu (e o livro é narrado pelo irmão morto). Descobre-se sobre seus amores, sua carreira, suas frustrações e alegrias. E durante todo o tempo o presente de Polyp progride para suas próprias conclusões.</p>
<p>A história não é o único elemento de interesse para o leitor mais atento – Mazzucchelli é tanto um designer quanto um ilustrador virtuoso. Em alguns momentos o livro pode lembrar Entendendo os Quadrinhos – e pode-se perceber isso durante as trocas estilísticas no decorrer da obra.  E tudo está longe de ser gratuito, o que se vê é um artista esticando seus músculos soltando todas as amarras para se expressar da maneira mais significativa possível. A arte se dissolve na história, auxiliando a ilustrar os ânimos, sentimentos e expressões, como um cineasta ou compositor e trilha sonora. Mesmo a tipografia, que é diferente para cada personagem, ajuda a dar uma voz estilizada pra suas diferentes personalidades.</p>
<p>Todos os ingredientes adicionam movimentos fascinantes e emocionantes à crise de meia-idade. A caracterização é impressionante e a narrativa é de primeira linha. O livro beira a perfeição e merece as melhores notas, assim como muitas releituras. A não ser que a literatura moderna não agrade, <em>Asterios Polyp</em> é um ótimo investimento de tempo.</p>
<p>Avaliação: <span class="rating"><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span><span>&#9733;</span></span></p>
<p>No Brasil, <em>Asterios Polyp</em> é publicado pelo selo Quadrinhos na Cia. da Companhia da Letras.</p>
<p>Confira um preview da obra:<br />
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		<title>Rio tem mostra Animação à Francesa</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 21:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Magnani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Nas Arestas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Animação à Francesa]]></category>
		<category><![CDATA[Animação Francesa]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[MAM]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Começa nesta sexta-feira a mostra Animação à Francesa, reunindo mais de 30 títulos, sendo 14 longas e 17 curtas, no Museu de Arte Moderna &#8211; MAM, no Rio de Janeiro. As sessões acontecerão nas sextas, sábados e domingos de novembro, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-10077" title="animacaofrancesacartaznoticias" src="http://cubo3.com.br/wp-content/uploads/animacaofrancesacartaznoticias.jpg" alt="" width="190" height="230" />Começa nesta sexta-feira a mostra <strong>Animação à Francesa</strong>, reunindo mais de 30 títulos, sendo 14 longas e 17 curtas, no Museu de Arte Moderna &#8211; MAM, no Rio de Janeiro.</p>
<p>As sessões acontecerão nas sextas, sábados e domingos de novembro, até o dia 27, com preços convidativos, como inteira a R$5,00 e meia a R$ 2,00.</p>
<p>Abaixo, pode-se conferir uma lista com os principais títulos para uma rápida consulta também sobre datas de exibição.</p>
<p><strong>SEXTA &#8211; 4</strong><br />
<em>Os Caramujos</em> (Les Escargots &#8211; 1973)<br />
<em>O Planeta Fantástico</em> (La Planète sauvage -1972)</p>
<p><strong>SÁBADO &#8211; 5</strong><br />
<em>A Dama e Os Pombos</em> (La Vieille dame et les pigeons &#8211; 1998)<br />
<a href="http://cubo3.com.br/2009/09/15/as-bicicletas-de-belleville/"><em>As Bicicletas de Belleville </em></a>(<em>Les Triplettes de Belleville</em> &#8211; 2003)<br />
<em>O Mágico</em></p>
<p><strong>DOMINGO &#8211; 6</strong><br />
<em>O Pequeno Circo de Todas as Cores</em> (Le Petit cirque de toutes les couleurs &#8211; 1986)<br />
<em>A Profecia dos Sapos</em> (La Prophétie des grenouilles &#8211; 2001)<br />
<em>As Fabulosas Aventuras do Lendário Barão de Munchausen</em> (Les Fabuleuses aventures du légendaire baron de Munchausen &#8211; 1978)</p>
<p><strong>SÁBADO &#8211; 12/11</strong><br />
<em>Um Gato em Paris</em><br />
<em>Clichê! A França vista pelos Estrangeiros</em> (Cliche! &#8211; 2010)<br />
<em>O Lago dos Girinos</em> (Mare aux Tetards &#8211; 2008)<br />
<em>Os Três Dedos</em> (Los Tres Dedos &#8211; 2010)<br />
<em>Parisiense</em> (parigot &#8211; 2010)<br />
<em>Matatoro</em> (Matatoro &#8211; 2010)<br />
<em>Evitar o Olhar Dele</em> (M&#8217;Échapper de Son Regard &#8211; 2010)<br />
<em>Respingado</em> (Dripped &#8211; 2010)<br />
<em>Mendelssohn no Telhado</em> (Mendelssohn est sur le Toit &#8211; 2010)<br />
<em>Jeannine M.</em> (Jeannine M. &#8211; 2010)</p>
<p><strong>DOMINGO &#8211; 13/11</strong><br />
<em>O Ladrão de Pararaios</em> (Le Voleur de paratonnerres &#8211; 1944)<br />
<em>O Rei e o Pássaro</em> (Le Roi et l&#8217;oiseau &#8211; 1980)<br />
<em>A Infância da Arte</em> (L&#8217;Enfance de l&#8217;art &#8211; 1910)<br />
<em>O Sonho de um Garçom de Café</em> (Le Songe d&#8217;un garçon de café &#8211; 1910)<br />
<em>A Criança Invisível</em> (L&#8217;Enfant invisible &#8211; 1983)</p>
<p><strong>SÁBADO &#8211; 19/11</strong><br />
<em>O Cão, o General e os Pássaros</em> (Le Chien, le général et les oiseaux &#8211; 2003)<br />
<em>Valsa com Bashir</em></p>
<p><strong>DOMINGO &#8211; 20/11</strong><br />
<em>A Ilha de Black Mor</em> (L’Île de Black Mor &#8211; 2004)<br />
<em>Um Coração para Emergências</em> (Coeur de secours &#8211; 1973)<br />
<em>Chronópolis</em> (Chronopolis &#8211; 1988)</p>
<p><strong>SÁBADO &#8211; 26/11</strong><br />
<em>O Segredo de Eleonor</em> (Kerity et la Maison des contes &#8211; 2009)<br />
<em>A Evolução da Cartola</em> (Histoire de chapeaux &#8211; 1910)<br />
<em>Persépolis</em> (Persepolis &#8211; 2007)</p>
<p><strong>DOMINGO &#8211; 27/11</strong><br />
<em>Os Três Inventores</em> (Les Trois inventeurs &#8211; 1980)<br />
<em>Kirikou e a Feiticeira</em> (Kirikou et la Sorcière &#8211; 1998)<br />
<em>Kirikou e as Bestas Selvagens</em> (Kirikou et les bêtes sauvages &#8211; 2005)</p>
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