Quando Ernõ Rubik visionou seu venerável cubo, ele imaginou um intrincado maquinário com peças de plástico presas num eixo em seis lados, podendo mudar de posição e com 43 quintilhões de arranjos possíveis. Este húngaro, assombroso e humilde, nunca imaginou que haveriam modelos eletrônicos de sua invenção.
Este novo cubo é espertinho, talvez mais que seu predecessor. Ao simples toque numa das faces, pode-se ver os pedaços se rearranjando. Pode-se rodar, girar, puxar uma face para onde se quer. Tudo ao simples toque. Além de haver uma certa leveza extra no visual da brincadeira. E para aqueles que sempre ficaram frustrados por não resolverem o tradicional quebra-cabeças, o Rubik Touch Cube tem uma novidade. Se você ficar travado, aperte um botão e peça ajuda! O próximo movimento será mostrado. Se quiser desistir, não se irrite e jogue o pobre na parede. Apenas aperte outro botão, e veja ele se resolver sozinho.
Preguiça mental para uns, curiosidade para outros!
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